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Akiyoshi Yamada - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.
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Taxonomic study of Endogonaceae in the Japanese islands: New species of Endogone, Jimgerdemannia, and Vinositunica, gen. nov.
Mycologia, 2020Co-Authors: Kohei Yamamoto, Yousuke Degawa, Akiyoshi YamadaAbstract:ABSTRACTSpecies of Endogonaceae (Endogonales, Mucoromycotina) are characterized by the formation of relatively large sporocarps and zygosporangia. Numerous species in this family remain undescribed...
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Dual colonization of Mucoromycotina and Glomeromycotina fungi in the basal liverwort, Haplomitrium mnioides (Haplomitriopsida).
Journal of plant research, 2019Co-Authors: Kohei Yamamoto, Yousuke Degawa, Masaki Shimamura, Akiyoshi YamadaAbstract:In general, Glomeromycotina was thought to be the earliest fungi forming mycorrhiza-like structure (MLS) in land plant evolution. In contrast, because the earliest divergent lineage of extant land plants, i.e. Haplomitriopsida liverworts, associates only with Mucoromycotina mycobionts, recent studies suggested that those fungi are novel candidates for the earliest mycobionts. Therefore, Mucoromycotina–Haplomitriopsida association currently attracts attention as an ancient mycorrhiza-like association. However, mycobionts were identified in only 7 of 16 Haplomitriopsida species and the mycobionts diversity of this lineage is largely unclarified. To clarify the taxonomic composition of mycobionts in Haplomitriopsida, we observed MLSs in the rhizome of Haplomitrium mnioides (Haplomitriopsida), the Asian representative Haplomitriopsida species, and conducted molecular identification of mycobionts. It was recorded for the first time that Glomeromycotina and Mucoromycotina co-occur in Haplomitriopsida as mycobionts. Significantly, the arbuscule-like branching (ALB) of Glomeromycotina was newly described. As the Mucoromycotina fungi forming MLSs in H. mnioides, Endogonaceae and Densosporaceae were detected, in which size differences of hyphal swelling (HS) were found between the fungal families. This study provides a novel evidence in the MLS of Haplomitriopsida, i.e. the existence of Glomeromycotina association as well as the dominant Mucoromycotina association. In addition, since hyphal characteristics of the HS-type MLS were quite similar to those of fine endophytes (FE) of Endogonales in other bryophytes and vascular plants previously described, this MLS is suggested to be included in FE. These results suggest that Glomeromycotina and Mucoromycotina were acquired concurrently as the mycobionts by the earliest land plants evolved into arbuscular mycorrhizae and FE. Therefore, dual association of Haplomitriopsida, with Endogonales and Glomeromycotina will provide us novel insight on how the earliest land plants adapted to terrestrial habitats with fungi.
C. Walker - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.
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AM or VAM: What’s in a Word?
Mycorrhiza, 1995Co-Authors: C. WalkerAbstract:As long ago as 1974, although the use of the term “vesicular-arbuscular mycorrhizas (VAM)” was commonly used, it was recognized that some of the fungi that formed mycorrhizas with arbuscules did not produce vesicles in the roots of plants. It was therefore proposed that the more general term, “arbuscular mycorrhiza (AM)” should be used to describe the mycorrhizas formed between plants and species of fungi then placed in the Endogonaceae (Daft and Nicolson 1974). Subsequent studies and observations have confirmed that members of the genera Scutellospora and Gigaspora form mycorrhizas with arbuscules, but not with vesicles, and it seems unlikely that they possess such a capability. Smith (Chap. 1, this Vol.) has argued strongly for retaining the former term (VAM), rather than changing a commonly used practice. Curiously, she supports this reasoning by suggesting that VAM is “... a more general term” — precisely the same argument used by the earlier authors to support their proposals. She also argues that, because “... most [sic] plant biologists ... are familiar with the term VAM, and that people in ... non-specialist circles ... also use this terminology, a change to AM is likely to cause confusion and uncertainty ...”
Gianna Persichini - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.
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Fossil fungi with suggested affinities to the Endogonaceae from the Middle Triassic of Antarctica
Mycologia, 2012Co-Authors: Michael Krings, Thomas N. Taylor, Nora Dotzler, Gianna PersichiniAbstract:Documented fossil evidence of zygomyce- tous fungi is rare. A conspicuous fungal fossil, Jimwhitea circumtecta gen. et sp. nov., occurs in permineralized peat from the Middle Triassic of Antarctica. The fossil is interpreted as a mantled zygosporangium that buds from a macrogametan- gium subtended by a sac-like macrosuspensor. The macrogametangium is united at its tip with a microgametangium which is subtended by a micro- suspensor. This configuration is strikingly similar to the zygosporangium-gametangia complexes seen in certain modern Endogonaceae. Co-occurring with J. circumtecta are isolated propagules closely resembling the zygosporangium of J. circumtecta and a portion of a sporocarp containing zygosporangia embedded in a gleba. Several of the sporangia are borne on ovoid or elongate structures, which we interpret as gametan- gia. These fossils offer an exceptionally detailed view of the morphology and reproductive biology of early Mesozoic zygomycetes.
Tomio Goto Bruno - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.
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Taxonomia de Glomeromycota: revisão morfológica, chaves dicotômicas e descrição de novos táxons
Universidade Federal de Pernambuco, 2009Co-Authors: Tomio Goto BrunoAbstract:A taxonomia dos fungos micorrízicos arbusculares (FMA) vem sofrendo grandes alterações durante os últimos 20 anos e isso é facilmente evidenciado pelas mudanças na classificação desses fungos que deixaram de ser meros representantes da família Endogonaceae, passando para Ordem Glomales, ainda dentro dos Zygomycetes, e finalmente culminando no filo Glomeromycota onde foram definitivamente segregados dos Zygomycota. Todas essas alterações na classificação estão relacionadas às mudanças na interpretação agregada aos caracteres relacionados exclusivamente aos glomerosporos onde toda a taxonomia morfológica está embasada e também aos dados moleculares. Essas mudanças têm sido incorporadas à taxonomia do grupo, com as descrições de novas famílias, gêneros e espécies que incluíram evidências morfológicas adicionais já dentro do novo filo. Apesar dessas alterações recentes, nenhuma análise morfológica detalhada foi realizada desde a proposta do filo Glomeromycota, o que torna a taxonomia do grupo mais frágil considerando que a maior parte das propostas de novas famílias e gêneros estão baseadas quase que exclusivamente em dados moleculares. Por essa razão, o objetivo deste trabalho foi revisar os caracteres morfológicos com base em evidências disponíveis na literatura assim como nas espécies herborizadas, mantidas em coleções de germosplasma e principalmente em esporos de campo onde a maior parte das espécies tem sido descritas com intuito de fornecer análises detalhadas desses caracteres usados para a identificação, incorporar à taxonomia do grupo novas abordagens morfológicas e elaborar chaves para facilitar a identificação de gêneros e espécies de Glomeromycota. Para isso, todas as descrições de espécies foram analisadas desde a descrição de Glomus macrocarpum e Gl. microcarpum em 1844. Além disso, glomerosporos provenientes de coleções de cultura viva (EMBRAPA, UFPE, UFRRJ) e herborizadas (FL Herbarium, FH, Universidad de Havanna, Universidad de Buenos Aires e material da coleção pessoal do prof. Fritz Oehl) foram avaliadas. A principal fonte de dados foram os glomerosporos provenientes de amostras de campo de diversos ecossistemas brasileiros e alguns da América Latina. Glomerosporos provenientes de amostras de campo foram extraídos do solo por peneiramento úmido seguido de centrifugação em água e sacarose a 40%. Após a extração os glomerosporos foram separados por cor e tamanho e montados entre lamina e lamínula com PVLG e PVLG + Reagente de Melzer (1:1 v/v) para posterior análise em microscópio composto. Culturas armadilhas com solo nativo e Sorghum bicolor (L.) foram mantidas por três meses em média para captura das espécies de FMA. No total foram avaliadas 106 espécies de FMA pertencentes a todos os gêneros exceto Otospora, incluindo cinco novas espécies para a ciência, abrangendo todos os modos de desenvolvimento encontrado no filo Glomeromycota. Os caracteres morfológicos avaliados foram: cor, forma, tamanho dos esporocarpos, perídio e plexo central (cor, tamanho e forma); cor, tamanho, forma e modo de desenvolvimento dos glomerosporos; espessura, tipo e estrutura da parede, reação ao Melzer ou a resina (PVLG) e as estruturas especializadas de germinação (orbs e placas germinativas). Conclui-se que o único caráter morfológico compartilhado entre todos os representantes do filo Glomeromycota é a estrutura da parede, sendo assim os caracteres morfológicos considerados primários (mais úteis para a identificação das espécies de FMA) são: estrutura da parede, tipo de camada e ornamentação enquanto cor, forma, tamanho e reação ao Melzer ou resina são considerados secundários para a identificação de espécie
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Taxonomia de Glomeromycota: revisão morfológica, chaves dicotômicas e descrição de novos táxons
Universidade Federal de Pernambuco, 2009Co-Authors: Tomio Goto BrunoAbstract:A taxonomia dos fungos micorrízicos arbusculares (FMA) vem sofrendo grandes alterações durante os últimos 20 anos e isso é facilmente evidenciado pelas mudanças na classificação desses fungos que deixaram de ser meros representantes da família Endogonaceae, passando para Ordem Glomales, ainda dentro dos Zygomycetes, e finalmente culminando no filo Glomeromycota onde foram definitivamente segregados dos Zygomycota. Todas essas alterações na classificação estão relacionadas às mudanças na interpretação agregada aos caracteres relacionados exclusivamente aos glomerosporos onde toda a taxonomia morfológica está embasada e também aos dados moleculares. Essas mudanças têm sido incorporadas à taxonomia do grupo, com as descrições de novas famílias, gêneros e espécies que incluíram evidências morfológicas adicionais já dentro do novo filo. Apesar dessas alterações recentes, nenhuma análise morfológica detalhada foi realizada desde a proposta do filo Glomeromycota, o que torna a taxonomia do grupo mais frágil considerando que a maior parte das propostas de novas famílias e gêneros estão baseadas quase que exclusivamente em dados moleculares. Por essa razão, o objetivo deste trabalho foi revisar os caracteres morfológicos com base em evidências disponíveis na literatura assim como nas espécies herborizadas, mantidas em coleções de germosplasma e principalmente em esporos de campo onde a maior parte das espécies tem sido descritas com intuito de fornecer análises detalhadas desses caracteres usados para a identificação, incorporar à taxonomia do grupo novas abordagens morfológicas e elaborar chaves para facilitar a identificação de gêneros e espécies de Glomeromycota. Para isso, todas as descrições de espécies foram analisadas desde a descrição de Glomus macrocarpum e Gl. microcarpum em 1844. Além disso, glomerosporos provenientes de coleções de cultura viva (EMBRAPA, UFPE, UFRRJ) e herborizadas (FL Herbarium, FH, Universidad de Havanna, Universidad de Buenos Aires e material da coleção pessoal do prof. Fritz Oehl) foram avaliadas. A principal fonte de dados foram os glomerosporos provenientes de amostras de campo de diversos ecossistemas brasileiros e alguns da América Latina. Glomerosporos provenientes de amostras de campo foram extraídos do solo por peneiramento úmido seguido de centrifugação em água e sacarose a 40%. Após a extração os glomerosporos foram separados por cor e tamanho e montados entre lamina e lamínula com PVLG e PVLG + Reagente de Melzer (1:1 v/v) para posterior análise em microscópio composto. Culturas armadilhas com solo nativo e Sorghum bicolor (L.) foram mantidas por três meses em média para captura das espécies de FMA. No total foram avaliadas 106 espécies de FMA pertencentes a todos os gêneros exceto Otospora, incluindo cinco novas espécies para a ciência, abrangendo todos os modos de desenvolvimento encontrado no filo Glomeromycota. Os caracteres morfológicos avaliados foram: cor, forma, tamanho dos esporocarpos, perídio e plexo central (cor, tamanho e forma); cor, tamanho, forma e modo de desenvolvimento dos glomerosporos; espessura, tipo e estrutura da parede, reação ao Melzer ou a resina (PVLG) e as estruturas especializadas de germinação (orbs e placas germinativas). Conclui-se que o único caráter morfológico compartilhado entre todos os representantes do filo Glomeromycota é a estrutura da parede, sendo assim os caracteres morfológicos considerados primários (mais úteis para a identificação das espécies de FMA) são: estrutura da parede, tipo de camada e ornamentação enquanto cor, forma, tamanho e reação ao Melzer ou resina são considerados secundários para a identificação de espéciesCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superio
Kohei Yamamoto - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.
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Taxonomic study of Endogonaceae in the Japanese islands: New species of Endogone, Jimgerdemannia, and Vinositunica, gen. nov.
Mycologia, 2020Co-Authors: Kohei Yamamoto, Yousuke Degawa, Akiyoshi YamadaAbstract:ABSTRACTSpecies of Endogonaceae (Endogonales, Mucoromycotina) are characterized by the formation of relatively large sporocarps and zygosporangia. Numerous species in this family remain undescribed...
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Dual colonization of Mucoromycotina and Glomeromycotina fungi in the basal liverwort, Haplomitrium mnioides (Haplomitriopsida).
Journal of plant research, 2019Co-Authors: Kohei Yamamoto, Yousuke Degawa, Masaki Shimamura, Akiyoshi YamadaAbstract:In general, Glomeromycotina was thought to be the earliest fungi forming mycorrhiza-like structure (MLS) in land plant evolution. In contrast, because the earliest divergent lineage of extant land plants, i.e. Haplomitriopsida liverworts, associates only with Mucoromycotina mycobionts, recent studies suggested that those fungi are novel candidates for the earliest mycobionts. Therefore, Mucoromycotina–Haplomitriopsida association currently attracts attention as an ancient mycorrhiza-like association. However, mycobionts were identified in only 7 of 16 Haplomitriopsida species and the mycobionts diversity of this lineage is largely unclarified. To clarify the taxonomic composition of mycobionts in Haplomitriopsida, we observed MLSs in the rhizome of Haplomitrium mnioides (Haplomitriopsida), the Asian representative Haplomitriopsida species, and conducted molecular identification of mycobionts. It was recorded for the first time that Glomeromycotina and Mucoromycotina co-occur in Haplomitriopsida as mycobionts. Significantly, the arbuscule-like branching (ALB) of Glomeromycotina was newly described. As the Mucoromycotina fungi forming MLSs in H. mnioides, Endogonaceae and Densosporaceae were detected, in which size differences of hyphal swelling (HS) were found between the fungal families. This study provides a novel evidence in the MLS of Haplomitriopsida, i.e. the existence of Glomeromycotina association as well as the dominant Mucoromycotina association. In addition, since hyphal characteristics of the HS-type MLS were quite similar to those of fine endophytes (FE) of Endogonales in other bryophytes and vascular plants previously described, this MLS is suggested to be included in FE. These results suggest that Glomeromycotina and Mucoromycotina were acquired concurrently as the mycobionts by the earliest land plants evolved into arbuscular mycorrhizae and FE. Therefore, dual association of Haplomitriopsida, with Endogonales and Glomeromycotina will provide us novel insight on how the earliest land plants adapted to terrestrial habitats with fungi.