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Carlos Amadeu Leite De Oliveira - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.

  • Suscetibilidade de cercas-vivas, quebra-ventos e plantas invasoras ao vírus da leprose e sua transmissão para laranjeiras por Brevipalpus phoenicis (Geijskes) (Acari: Tenuipalpidae)
    Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2006
    Co-Authors: Maia, Ozana Maria De Andrade, Carlos Amadeu Leite De Oliveira
    Abstract:

    Objetivou-se avaliar a potencialidade de algumas plantas freqüentes em pomares cítricos de hospedar o vírus da leprose, transmitido por Brevipalpus phoenicis (Geijskes). Foram utilizadas as seguintes plantas: Hibiscus sp. L., Malvaviscus mollis DC., Grevillea robusta A. Cunn., Mimosa caesalpiniaefolia Benth., Bixa orellana L., Commelina benghalensis L., Bidens pilosa L., Sida cordifolia L. e Ageratum conyzoides L.. Duas criações-estoque do ácaro foram realizadas, sendo uma sobre frutos com sintomas de leprose e outra sobre frutos sem sintomas. de cada planta hospedeira do ácaro, escolheram-se duas folhas, delimitando-se na face inferior de cada planta uma área, que recebeu ácaros criados sobre frutos com lesões de leprose, que aí permaneceram durante sete dias. Os ácaros foram em seguida transferidos para mudas cítricas das variedades Natal e Valência e mantidos em casa de vegetação. As folhas das diferentes espécies vegetais sobre as quais os ácaros estavam anteriormente, foram destacadas e conservadas em placas de Petri, sobre algodão e papel-filtro umedecido. Ácaros criados sobre frutos sem lesões de leprose foram mantidos por três dias sobre essas folhas e, posteriormente, transferidos para novas mudas cítricas, que também foram subseqüentemente mantidas em uma casa de vegetação. Após 60 dias, quantificou-se o número de lesões de leprose nas mudas cítricas. Os resultados evidenciaram que o ácaro não perdeu a capacidade de transmissão do vírus para mudas cítricas após acesso alimentar por sete dias sobre qualquer uma das plantas intermediárias consideradas no estudo. Ácaros provenientes de frutos sem lesões de leprose adquiriram o vírus da leprose e o transmitiram a mudas cítricas quando tiveram acesso alimentar a C. benghalensis, A. conyzoides, B. pilosa, S. cordifolia e B. orellana, onde, anteriormente, ácaros criados sobre frutos com lesões de leprose permaneceram por sete dias. Estes resultados evidenciam a potencialidade de estas plantas serem depositárias e fonte de transmissão do vírus para plantas cítricas suscetíveis.The objective was to evaluate the potential of some common plants in and around citrus orchards to host the leprosies virus, transmitted by the mite Brevipalpus phoenicis (Geijskes).It was used the following plants: Hibiscus sp. L., Malvaviscus mollis DC., Grevillea robusta A. Cunn., Mimosa caesalpiniaefolia Benth., Bixa orellana L., Commelina benghalensis L., Bidens pilosa L., Sida cordifolia L. and Ageratum conyzoides L.. Two stock colonies of the mite were set up; one on fruits with leprosies symptoms and other on fruits without symptoms. Two leaves were selected from each host plant, on which mites reared on fruits with leprosies lesions, and were confined during seven days. Subsequently, the mites were transferred to citrus seedlings variety Natal and Valencia and taken to a greenhouse. The leaves infested with mites were removed and placed on cotton and filter paper in Petri dishes. Mites reared on fruit without leprosies lesions were allowed to feed on the host plant leaves during three days, and were then transferred to citrus seedlings, which were taken to the greenhouse. After 60 days, the number of lesions on the citrus seedlings was counted. The mites continued to transmit the virus to citrus seedlings, even after seven days of feeding on the host plants. Mites reared on fruit without leprosies lesions, acquired the virus and transmitted it to citrus seedlings when kept on C. benghalensis, A. conyzoides, B. pilosa, S. cordifolia or B. orellana leaves on where mites from leprosies lesions had been previously reared. It was conclude that these plants can be depositories and sources for transmission of leprosies virus to susceptible citrus plants.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES

  • Transmissibilidade do vírus da leprose de cercas-vivas, quebra-ventos e plantas daninhas para laranjeiras através de Brevipalpus phoenicis (Geijskes) Transmission of leprosis virus from hedge rows, windbreaks and weeds to orange trees via Brevipalpus phoenicis (Geijskes)
    Instituto Agronômico de Campinas, 2005
    Co-Authors: Ozana Maria De Andrade Maia, Carlos Amadeu Leite De Oliveira
    Abstract:

    O ácaro Brevipalpus phoenicis (Geijskes) é transmissor do vírus da leprose dos citros, doença responsável por significativa redução da produtividade. Objetivou-se avaliar neste trabalho a possibilidade de algumas plantas utilizadas como cercas-vivas e quebra-ventos, além de plantas daninhas de pomares cítricos serem hospedeiras do vírus da leprose. O experimento foi realizado em laboratório e casa-de-vegetação na FCAV/UNESP, Jaboticabal-SP-Brasil. De uma criação-estoque de ácaros, criados sobre frutos de citros (Citrus sinensis) contendo lesões de leprose, foram transferidos 100 ácaros para uma unidade experimental das seguintes espécies: Hibiscus sp., Malvaviscus mollis, Grevillea robusta, Mimosa caesalpiniaefolia, Bixa orellana, Commelina benghalensis, Sida cordifolia, Ageratum conyzoides e Citrus sinensis, e mantidas em casa de vegetação por um período de 90 dias. Depois desse período, 160 ácaros foram recuperados dessas espécies vegetais e transferidos para quatro mudas das variedades cítricas 'Natal' e 'Valência' (20 ácaros/planta), e foram mantidas por 60 dias em casa de vegetação. Decorrido esse período, quantificou-se o número de lesões de leprose presentes nas folhas, ramos e caules das mudas cítricas. Em mudas cítricas da variedade 'Natal', foram observados sintomas da leprose decorrentes da transferência de ácaros provenientes de C. sinensis, A. conyzoides, C. benghalensis e B. orellana. Na variedade 'Valência', sintomas de leprose ocorreram em mudas infestadas com ácaros criados sobre C. sinensis, S. cordifolia benghalensis, B. orellana e A. conyzoides. Mudas cítricas das variedades 'Natal' e 'Valência' não manifestaram sintomas de leprose com ácaros procedentes de M. mollis, Hibiscus sp., G. robusta e M. caesalpiniaefolia.The mite Brevipalpus phoenicis (Geijskes) is a vector of the citrus leprosies virus, a disease that significantly reduces orange production. We examined whether some plant species used in hedgerows or as windbreaks, as well as various weeds found within the orchard, could serve as alternative hosts for the leprosis virus. This experiment was done in a greenhouse at FCAV/UNESP, Jaboticabal-SP-Brasil. One hundred mites were transferred from a stock colony, which was reared on citrus fruits (Citrus sinensis) that had leprosis lesions, to each of the following plant species: Hibiscus sp., Malvaviscus mollis, Grevillea robusta, Mimosa caesalpiniaefolia, Bixa orellana, Commelina benghalensis, Sida cordifolia, Ageratum conyzoides and Citrus sinensis. These artificially-infested plants were maintained in a greenhouse for 90 days. After this period, 160 mites were recovered from each of these plant species and were transferred to four small citrus trees of the varieties 'Natal' and 'Valência' (20 mites/plant). These were maintained for 60 days in a greenhouse. After this period, the number of leprosis lesions were counted on the leaves, branches and stems of the citrus trees. 'Natal' trees had leprosis symptoms when infested with mites from C. sinensis, A. conyzoides, C. benghalensis and B. orellana. 'Valência' trees were affected when infested with mites from C. sinensis, S. cordifolia, C. benghalensis, B. orellana and A. conyzoides. Neither of these citrus varieties was affected when infested with mites from M. mollis, Hibiscus sp., G. robusta, or M. caesalpiniaefolia

  • Transmissibilidade do vírus da leprose de cercas-vivas, quebra-ventos e plantas daninhas para laranjeiras através de Brevipalpus phoenicis (Geijskes)
    Instituto Agronômico de Campinas, 2005
    Co-Authors: Maia, Ozana Maria De Andrade, Carlos Amadeu Leite De Oliveira
    Abstract:

    O ácaro Brevipalpus phoenicis (Geijskes) é transmissor do vírus da leprose dos citros, doença responsável por significativa redução da produtividade. Objetivou-se avaliar neste trabalho a possibilidade de algumas plantas utilizadas como cercas-vivas e quebra-ventos, além de plantas daninhas de pomares cítricos serem hospedeiras do vírus da leprose. O experimento foi realizado em laboratório e casa-de-vegetação na FCAV/UNESP, Jaboticabal-SP-Brasil. de uma criação-estoque de ácaros, criados sobre frutos de citros (Citrus sinensis) contendo lesões de leprose, foram transferidos 100 ácaros para uma unidade experimental das seguintes espécies: Hibiscus sp., Malvaviscus mollis, Grevillea robusta, Mimosa caesalpiniaefolia, Bixa orellana, Commelina benghalensis, Sida cordifolia, Ageratum conyzoides e Citrus sinensis, e mantidas em casa de vegetação por um período de 90 dias. Depois desse período, 160 ácaros foram recuperados dessas espécies vegetais e transferidos para quatro mudas das variedades cítricas 'Natal' e 'Valência' (20 ácaros/planta), e foram mantidas por 60 dias em casa de vegetação. Decorrido esse período, quantificou-se o número de lesões de leprose presentes nas folhas, ramos e caules das mudas cítricas. em mudas cítricas da variedade 'Natal', foram observados sintomas da leprose decorrentes da transferência de ácaros provenientes de C. sinensis, A. conyzoides, C. benghalensis e B. orellana. Na variedade 'Valência', sintomas de leprose ocorreram em mudas infestadas com ácaros criados sobre C. sinensis, S. cordifolia benghalensis, B. orellana e A. conyzoides. Mudas cítricas das variedades 'Natal' e 'Valência' não manifestaram sintomas de leprose com ácaros procedentes de M. mollis, Hibiscus sp., G. robusta e M. caesalpiniaefolia.The mite Brevipalpus phoenicis (Geijskes) is a vector of the citrus leprosies virus, a disease that significantly reduces orange production. We examined whether some plant species used in hedgerows or as windbreaks, as well as various weeds found within the orchard, could serve as alternative hosts for the leprosis virus. This experiment was done in a greenhouse at FCAV/UNESP, Jaboticabal-SP-Brasil. One hundred mites were transferred from a stock colony, which was reared on citrus fruits (Citrus sinensis) that had leprosis lesions, to each of the following plant species: Hibiscus sp., Malvaviscus mollis, Grevillea robusta, Mimosa caesalpiniaefolia, Bixa orellana, Commelina benghalensis, Sida cordifolia, Ageratum conyzoides and Citrus sinensis. These artificially-infested plants were maintained in a greenhouse for 90 days. After this period, 160 mites were recovered from each of these plant species and were transferred to four small citrus trees of the varieties 'Natal' and 'Valência' (20 mites/plant). These were maintained for 60 days in a greenhouse. After this period, the number of leprosis lesions were counted on the leaves, branches and stems of the citrus trees. 'Natal' trees had leprosis symptoms when infested with mites from C. sinensis, A. conyzoides, C. benghalensis and B. orellana. 'Valência' trees were affected when infested with mites from C. sinensis, S. cordifolia, C. benghalensis, B. orellana and A. conyzoides. Neither of these citrus varieties was affected when infested with mites from M. mollis, Hibiscus sp., G. robusta, or M. caesalpiniaefolia.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES

  • Transmissibilidade do vírus da leprose de cercas-vivas, quebra-ventos e plantas daninhas para laranjeiras através de Brevipalpus phoenicis (Geijskes)
    Instituto Agronômico de Campinas, 2005
    Co-Authors: Maia, Ozana Maria De Andrade, Carlos Amadeu Leite De Oliveira
    Abstract:

    O ácaro Brevipalpus phoenicis (Geijskes) é transmissor do vírus da leprose dos citros, doença responsável por significativa redução da produtividade. Objetivou-se avaliar neste trabalho a possibilidade de algumas plantas utilizadas como cercas-vivas e quebra-ventos, além de plantas daninhas de pomares cítricos serem hospedeiras do vírus da leprose. O experimento foi realizado em laboratório e casa-de-vegetação na FCAV/UNESP, Jaboticabal-SP-Brasil. De uma criação-estoque de ácaros, criados sobre frutos de citros (Citrus sinensis) contendo lesões de leprose, foram transferidos 100 ácaros para uma unidade experimental das seguintes espécies: Hibiscus sp., Malvaviscus mollis, Grevillea robusta, Mimosa caesalpiniaefolia, Bixa orellana, Commelina benghalensis, Sida cordifolia, Ageratum conyzoides e Citrus sinensis, e mantidas em casa de vegetação por um período de 90 dias. Depois desse período, 160 ácaros foram recuperados dessas espécies vegetais e transferidos para quatro mudas das variedades cítricas 'Natal' e 'Valência' (20 ácaros/planta), e foram mantidas por 60 dias em casa de vegetação. Decorrido esse período, quantificou-se o número de lesões de leprose presentes nas folhas, ramos e caules das mudas cítricas. Em mudas cítricas da variedade 'Natal', foram observados sintomas da leprose decorrentes da transferência de ácaros provenientes de C. sinensis, A. conyzoides, C. benghalensis e B. orellana. Na variedade 'Valência', sintomas de leprose ocorreram em mudas infestadas com ácaros criados sobre C. sinensis, S. cordifolia benghalensis, B. orellana e A. conyzoides. Mudas cítricas das variedades 'Natal' e 'Valência' não manifestaram sintomas de leprose com ácaros procedentes de M. mollis, Hibiscus sp., G. robusta e M. caesalpiniaefolia

Alonso, Diego Gonçalves - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.

  • Control of different species of Sida spp. with sequential applications of flumiclorac-pentil - DOI: 10.4025/actasciagron.v29i4.403
    Universidade Estadual de Maringá, 2008
    Co-Authors: Constantin Jamil, Junior, Rubem Silvério De Oliveira, Kajihara, Luciano Hiroyuki, João Guilherme Zanetti De ,arantes, Cavalieri, Sidnei Douglas, Alonso, Diego Gonçalves
    Abstract:

    Diversas espécies do gênero Sida são importantes plantas daninhas. São consideradas espécies de difícil controle e de extensa disseminação. Diante desse contexto, procurou-se verificar a eficácia de aplicações seqüenciais de subdoses de flumiclorac-pentil no controle de 4 espécies de Sida, de ocorrência freqüente nas regiões norte e noroeste do Paraná, comparando tais aplicações à aplicação única do produto, tanto em sudoses quanto na dose recomendada. A eficácia do flumiclorac-pentil, quando utilizado em subdoses com aplicações seqüenciais, foi superior àquela observada quando ele foi utilizado em dose única (em subdoses ou na dose recomendada). O flumiclorac-pentil, principalmente em aplicações seqüenciais, proporcionou níveis de controle semelhantes ou superiores ao fomesafen e ao lactofen no controle de Sida rhombifolia, Sida spinosa, Sida cordifolia e Sida glaziovii. Em termos de susceptibilidade das espécies, S. rhombifolia e S. glaziovii mostraramse menos sensíveis ao herbicida, exigindo aplicações seqüenciais com doses mais elevadas para a obtenção de níveis regulares de controle, ao passo que S. spinosa e S. cordifolia apresentaram maior susceptibilidade ao flumiclorac-pentil.Different species of genus Sida are important common weeds. They are considered extensively disseminated species and are hard to control. This trial aimed to evaluate the efficacy of sequential applications of sublethal rates of flumicloracpentil to control four species of Sida sp. of frequent occurrence in the north and northewest Paraná state, in comparison with a single application of the herbicide, both at sublethal and recommended rates. Flumiclorac-pentil sprayed at sublethal rates in sequential applications showed higher efficiency than in a single (sublethal or recommended rate) application. Flumiclorac-pentil, especially in sequential applications, provided similar or improved levels of control when compared with fomesafen or lactofen for Sida rhombifolia, Sida spinosa, Sida cordifolia and Sida glaziovii. In comparing species susceptibility with flumiclorac-pentil, S. rhombifolia and S. glaziovii were considered less sensitive to the herbicide, demanding sequential applications with higher rates of flumiclorac-pentil to obtain regular control, whereas S. spinosa and S. cordifolia were more susceptible to flumiclorac-penti

  • Controle de diferentes espécies de guanxuma com aplicações seqüenciais de flumiclorac-pentil - DOI: 10.4025/actasciagron.v29i4.403
    'Universidade Estadual de Maringa', 2008
    Co-Authors: Constantin Jamil, Junior, Rubem Silvério De Oliveira, Kajihara, Luciano Hiroyuki, João Guilherme Zanetti De ,arantes, Cavalieri, Sidnei Douglas, Alonso, Diego Gonçalves
    Abstract:

    Different species of genus Sida are important common weeds. They are considered extensively disseminated species and are hard to control. This trial aimed to evaluate the efficacy of sequential applications of sublethal rates of flumicloracpentil to control four species of Sida sp. of frequent occurrence in the north and northewest Paraná state, in comparison with a single application of the herbicide, both at sublethal and recommended rates. Flumiclorac-pentil sprayed at sublethal rates in sequential applications showed higher efficiency than in a single (sublethal or recommended rate) application. Flumiclorac-pentil, especially in sequential applications, provided similar or improved levels of control when compared with fomesafen or lactofen for Sida rhombifolia, Sida spinosa, Sida cordifolia and Sida glaziovii. In comparing species susceptibility with flumiclorac-pentil, S. rhombifolia and S. glaziovii were considered less sensitive to the herbicide, demanding sequential applications with higher rates of flumiclorac-pentil to obtain regular control, whereas S. spinosa and S. cordifolia were more susceptible to flumiclorac-pentilDiversas espécies do gênero Sida são importantes plantas daninhas. São consideradas espécies de difícil controle e de extensa disseminação. Diante desse contexto, procurou-se verificar a eficácia de aplicações seqüenciais de subdoses de flumiclorac-pentil no controle de 4 espécies de Sida, de ocorrência freqüente nas regiões norte e noroeste do Paraná, comparando tais aplicações à aplicação única do produto, tanto em sudoses quanto na dose recomendada. A eficácia do flumiclorac-pentil, quando utilizado em subdoses com aplicações seqüenciais, foi superior àquela observada quando ele foi utilizado em dose única (em subdoses ou na dose recomendada). O flumiclorac-pentil, principalmente em aplicações seqüenciais, proporcionou níveis de controle semelhantes ou superiores ao fomesafen e ao lactofen no controle de Sida rhombifolia, Sida spinosa, Sida cordifolia e Sida glaziovii. Em termos de susceptibilidade das espécies, S. rhombifolia e S. glaziovii mostraramse menos sensíveis ao herbicida, exigindo aplicações seqüenciais com doses mais elevadas para a obtenção de níveis regulares de controle, ao passo que S. spinosa e S. cordifolia apresentaram maior susceptibilidade ao flumiclorac-pentil

Maia, Ozana Maria De Andrade - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.

  • Suscetibilidade de cercas-vivas, quebra-ventos e plantas invasoras ao vírus da leprose e sua transmissão para laranjeiras por Brevipalpus phoenicis (Geijskes) (Acari: Tenuipalpidae)
    Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2006
    Co-Authors: Maia, Ozana Maria De Andrade, Carlos Amadeu Leite De Oliveira
    Abstract:

    Objetivou-se avaliar a potencialidade de algumas plantas freqüentes em pomares cítricos de hospedar o vírus da leprose, transmitido por Brevipalpus phoenicis (Geijskes). Foram utilizadas as seguintes plantas: Hibiscus sp. L., Malvaviscus mollis DC., Grevillea robusta A. Cunn., Mimosa caesalpiniaefolia Benth., Bixa orellana L., Commelina benghalensis L., Bidens pilosa L., Sida cordifolia L. e Ageratum conyzoides L.. Duas criações-estoque do ácaro foram realizadas, sendo uma sobre frutos com sintomas de leprose e outra sobre frutos sem sintomas. de cada planta hospedeira do ácaro, escolheram-se duas folhas, delimitando-se na face inferior de cada planta uma área, que recebeu ácaros criados sobre frutos com lesões de leprose, que aí permaneceram durante sete dias. Os ácaros foram em seguida transferidos para mudas cítricas das variedades Natal e Valência e mantidos em casa de vegetação. As folhas das diferentes espécies vegetais sobre as quais os ácaros estavam anteriormente, foram destacadas e conservadas em placas de Petri, sobre algodão e papel-filtro umedecido. Ácaros criados sobre frutos sem lesões de leprose foram mantidos por três dias sobre essas folhas e, posteriormente, transferidos para novas mudas cítricas, que também foram subseqüentemente mantidas em uma casa de vegetação. Após 60 dias, quantificou-se o número de lesões de leprose nas mudas cítricas. Os resultados evidenciaram que o ácaro não perdeu a capacidade de transmissão do vírus para mudas cítricas após acesso alimentar por sete dias sobre qualquer uma das plantas intermediárias consideradas no estudo. Ácaros provenientes de frutos sem lesões de leprose adquiriram o vírus da leprose e o transmitiram a mudas cítricas quando tiveram acesso alimentar a C. benghalensis, A. conyzoides, B. pilosa, S. cordifolia e B. orellana, onde, anteriormente, ácaros criados sobre frutos com lesões de leprose permaneceram por sete dias. Estes resultados evidenciam a potencialidade de estas plantas serem depositárias e fonte de transmissão do vírus para plantas cítricas suscetíveis.The objective was to evaluate the potential of some common plants in and around citrus orchards to host the leprosies virus, transmitted by the mite Brevipalpus phoenicis (Geijskes).It was used the following plants: Hibiscus sp. L., Malvaviscus mollis DC., Grevillea robusta A. Cunn., Mimosa caesalpiniaefolia Benth., Bixa orellana L., Commelina benghalensis L., Bidens pilosa L., Sida cordifolia L. and Ageratum conyzoides L.. Two stock colonies of the mite were set up; one on fruits with leprosies symptoms and other on fruits without symptoms. Two leaves were selected from each host plant, on which mites reared on fruits with leprosies lesions, and were confined during seven days. Subsequently, the mites were transferred to citrus seedlings variety Natal and Valencia and taken to a greenhouse. The leaves infested with mites were removed and placed on cotton and filter paper in Petri dishes. Mites reared on fruit without leprosies lesions were allowed to feed on the host plant leaves during three days, and were then transferred to citrus seedlings, which were taken to the greenhouse. After 60 days, the number of lesions on the citrus seedlings was counted. The mites continued to transmit the virus to citrus seedlings, even after seven days of feeding on the host plants. Mites reared on fruit without leprosies lesions, acquired the virus and transmitted it to citrus seedlings when kept on C. benghalensis, A. conyzoides, B. pilosa, S. cordifolia or B. orellana leaves on where mites from leprosies lesions had been previously reared. It was conclude that these plants can be depositories and sources for transmission of leprosies virus to susceptible citrus plants.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES

  • Transmissibilidade do vírus da leprose de cercas-vivas, quebra-ventos e plantas daninhas para laranjeiras através de Brevipalpus phoenicis (Geijskes)
    Instituto Agronômico de Campinas, 2005
    Co-Authors: Maia, Ozana Maria De Andrade, Carlos Amadeu Leite De Oliveira
    Abstract:

    O ácaro Brevipalpus phoenicis (Geijskes) é transmissor do vírus da leprose dos citros, doença responsável por significativa redução da produtividade. Objetivou-se avaliar neste trabalho a possibilidade de algumas plantas utilizadas como cercas-vivas e quebra-ventos, além de plantas daninhas de pomares cítricos serem hospedeiras do vírus da leprose. O experimento foi realizado em laboratório e casa-de-vegetação na FCAV/UNESP, Jaboticabal-SP-Brasil. de uma criação-estoque de ácaros, criados sobre frutos de citros (Citrus sinensis) contendo lesões de leprose, foram transferidos 100 ácaros para uma unidade experimental das seguintes espécies: Hibiscus sp., Malvaviscus mollis, Grevillea robusta, Mimosa caesalpiniaefolia, Bixa orellana, Commelina benghalensis, Sida cordifolia, Ageratum conyzoides e Citrus sinensis, e mantidas em casa de vegetação por um período de 90 dias. Depois desse período, 160 ácaros foram recuperados dessas espécies vegetais e transferidos para quatro mudas das variedades cítricas 'Natal' e 'Valência' (20 ácaros/planta), e foram mantidas por 60 dias em casa de vegetação. Decorrido esse período, quantificou-se o número de lesões de leprose presentes nas folhas, ramos e caules das mudas cítricas. em mudas cítricas da variedade 'Natal', foram observados sintomas da leprose decorrentes da transferência de ácaros provenientes de C. sinensis, A. conyzoides, C. benghalensis e B. orellana. Na variedade 'Valência', sintomas de leprose ocorreram em mudas infestadas com ácaros criados sobre C. sinensis, S. cordifolia benghalensis, B. orellana e A. conyzoides. Mudas cítricas das variedades 'Natal' e 'Valência' não manifestaram sintomas de leprose com ácaros procedentes de M. mollis, Hibiscus sp., G. robusta e M. caesalpiniaefolia.The mite Brevipalpus phoenicis (Geijskes) is a vector of the citrus leprosies virus, a disease that significantly reduces orange production. We examined whether some plant species used in hedgerows or as windbreaks, as well as various weeds found within the orchard, could serve as alternative hosts for the leprosis virus. This experiment was done in a greenhouse at FCAV/UNESP, Jaboticabal-SP-Brasil. One hundred mites were transferred from a stock colony, which was reared on citrus fruits (Citrus sinensis) that had leprosis lesions, to each of the following plant species: Hibiscus sp., Malvaviscus mollis, Grevillea robusta, Mimosa caesalpiniaefolia, Bixa orellana, Commelina benghalensis, Sida cordifolia, Ageratum conyzoides and Citrus sinensis. These artificially-infested plants were maintained in a greenhouse for 90 days. After this period, 160 mites were recovered from each of these plant species and were transferred to four small citrus trees of the varieties 'Natal' and 'Valência' (20 mites/plant). These were maintained for 60 days in a greenhouse. After this period, the number of leprosis lesions were counted on the leaves, branches and stems of the citrus trees. 'Natal' trees had leprosis symptoms when infested with mites from C. sinensis, A. conyzoides, C. benghalensis and B. orellana. 'Valência' trees were affected when infested with mites from C. sinensis, S. cordifolia, C. benghalensis, B. orellana and A. conyzoides. Neither of these citrus varieties was affected when infested with mites from M. mollis, Hibiscus sp., G. robusta, or M. caesalpiniaefolia.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES

  • Transmissibilidade do vírus da leprose de cercas-vivas, quebra-ventos e plantas daninhas para laranjeiras através de Brevipalpus phoenicis (Geijskes)
    Instituto Agronômico de Campinas, 2005
    Co-Authors: Maia, Ozana Maria De Andrade, Carlos Amadeu Leite De Oliveira
    Abstract:

    O ácaro Brevipalpus phoenicis (Geijskes) é transmissor do vírus da leprose dos citros, doença responsável por significativa redução da produtividade. Objetivou-se avaliar neste trabalho a possibilidade de algumas plantas utilizadas como cercas-vivas e quebra-ventos, além de plantas daninhas de pomares cítricos serem hospedeiras do vírus da leprose. O experimento foi realizado em laboratório e casa-de-vegetação na FCAV/UNESP, Jaboticabal-SP-Brasil. De uma criação-estoque de ácaros, criados sobre frutos de citros (Citrus sinensis) contendo lesões de leprose, foram transferidos 100 ácaros para uma unidade experimental das seguintes espécies: Hibiscus sp., Malvaviscus mollis, Grevillea robusta, Mimosa caesalpiniaefolia, Bixa orellana, Commelina benghalensis, Sida cordifolia, Ageratum conyzoides e Citrus sinensis, e mantidas em casa de vegetação por um período de 90 dias. Depois desse período, 160 ácaros foram recuperados dessas espécies vegetais e transferidos para quatro mudas das variedades cítricas 'Natal' e 'Valência' (20 ácaros/planta), e foram mantidas por 60 dias em casa de vegetação. Decorrido esse período, quantificou-se o número de lesões de leprose presentes nas folhas, ramos e caules das mudas cítricas. Em mudas cítricas da variedade 'Natal', foram observados sintomas da leprose decorrentes da transferência de ácaros provenientes de C. sinensis, A. conyzoides, C. benghalensis e B. orellana. Na variedade 'Valência', sintomas de leprose ocorreram em mudas infestadas com ácaros criados sobre C. sinensis, S. cordifolia benghalensis, B. orellana e A. conyzoides. Mudas cítricas das variedades 'Natal' e 'Valência' não manifestaram sintomas de leprose com ácaros procedentes de M. mollis, Hibiscus sp., G. robusta e M. caesalpiniaefolia

  • Transmissibilidade da leprose das cercas-vivas, quebra-ventos e plantas daninhas para citros através de Brevipalpus phoenicis (Geijskes, 1939) (Acari: Tenuipalpidae)
    Universidade Estadual Paulista (UNESP), 2002
    Co-Authors: Maia, Ozana Maria De Andrade
    Abstract:

    No Brasil, Brevipalpus phoenicis (Geijskes, 1939) é vetor da leprose na cultura dos citros, doença responsável por significativa redução na produtividade. Objetivou-se avaliar, a capacidade de colonização de B. phoenicis sobre cercas-vivas, quebra-ventos e plantas daninhas, e a potencialidade destas como hospedeiras do vírus da leprose. Realizou-se a colonização das plantas com ácaros procedentes de uma criação-estoque sobre frutos de citros Pêra-rio, para as seguintes plantas hospedeiras intermediárias: Hibiscus sp., Malvaviscus mollis, Grevillea robusta, Mimosa caesalpiniaefolia, Bixa orellana, Euphorbia splendens, Bidens pilosa, Commelina benghalensis, Sida cordifolia, Ageratum conyzoides e Citrus sinensis. Constatou-se que a exceção de E. splendens, todas comportaram-se como hospedeiras do ácaro. Ácaros contaminados, procedentes da criação-estoque, após serem transferidos e confinados em arenas delimitadas nas plantas hospedeiras intermediárias, por um período de 7 dias, não perderam a capacidade de transmitir o vírus para mudas cítricas de Valência e Natal. Ácaros não contaminados que tiveram acesso alimentar por 3 dias nessas mesmas arenas, somente se contaminaram e transmitiram o vírus para mudas de citros, aqueles que se alimentaram sobre: C. benghalensis, S. cordifolia, A. conyzoides, B. pilosa, B. orellana e C. sinensis. Resultados semelhantes foram conseguidos com ácaros criados, por um período de 90 dias, sobre as mesmas plantas hospedeiras intermediárias, inicialmente infestadas com ácaros contaminados também procedentes da criação-estoque.In Brazil, Brevipalpus phoenicis (Geijskes, 1939) is a vector of the leprosis in the culture of citrus, a disease that causes significant reduction in the productivity. In this work it was evaluated the B. phoenicis capacity of settling on common fence-lives, windbreaks and weeds, and their potentiality as hosts to the leprosis virus. The colonization of the plants was carried out with mites coming from a stock creation on fruits of Pêra-rio citrus, for the following intermediate host plants: Hibiscus sp., Malvaviscus mollis, Grevillea robust, Mimosa caesalpiniaefolia, Bixa orellana, Euphorbia splendens, Bidens pilosa, Commelina benghalensis, Sida cordifolia, Ageratum conyzoides and Citrus sinensis. It was verified that, except for the E. splendens, all species showed to be favorable to the B. phoenicis population growth. Infected mites, coming from the stock creation, that were transferred and confined in delimited arenas in the intermediate host plants for a period of 7 days, did not lose their capacity to transmit the virus for citric seedlings of Valência and Natal. Non infected mites, that had access to feed for 3 days in the same arenas, became only infected and transmitted the virus for citrus seedlings that fed on: C. benghalensis, S. cordifolia, A. conyzoides, B. pilosa, B. orellana and C. sinensis. Similar results were obtained using mites created, for a period of 90 days, on the same intermediate host plants that were initially infested with infected mites coming from the same stock creation

João Guilherme Zanetti De ,arantes - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.

  • Control of different species of Sida spp. with sequential applications of flumiclorac-pentil - DOI: 10.4025/actasciagron.v29i4.403
    Universidade Estadual de Maringá, 2008
    Co-Authors: Constantin Jamil, Junior, Rubem Silvério De Oliveira, Kajihara, Luciano Hiroyuki, João Guilherme Zanetti De ,arantes, Cavalieri, Sidnei Douglas, Alonso, Diego Gonçalves
    Abstract:

    Diversas espécies do gênero Sida são importantes plantas daninhas. São consideradas espécies de difícil controle e de extensa disseminação. Diante desse contexto, procurou-se verificar a eficácia de aplicações seqüenciais de subdoses de flumiclorac-pentil no controle de 4 espécies de Sida, de ocorrência freqüente nas regiões norte e noroeste do Paraná, comparando tais aplicações à aplicação única do produto, tanto em sudoses quanto na dose recomendada. A eficácia do flumiclorac-pentil, quando utilizado em subdoses com aplicações seqüenciais, foi superior àquela observada quando ele foi utilizado em dose única (em subdoses ou na dose recomendada). O flumiclorac-pentil, principalmente em aplicações seqüenciais, proporcionou níveis de controle semelhantes ou superiores ao fomesafen e ao lactofen no controle de Sida rhombifolia, Sida spinosa, Sida cordifolia e Sida glaziovii. Em termos de susceptibilidade das espécies, S. rhombifolia e S. glaziovii mostraramse menos sensíveis ao herbicida, exigindo aplicações seqüenciais com doses mais elevadas para a obtenção de níveis regulares de controle, ao passo que S. spinosa e S. cordifolia apresentaram maior susceptibilidade ao flumiclorac-pentil.Different species of genus Sida are important common weeds. They are considered extensively disseminated species and are hard to control. This trial aimed to evaluate the efficacy of sequential applications of sublethal rates of flumicloracpentil to control four species of Sida sp. of frequent occurrence in the north and northewest Paraná state, in comparison with a single application of the herbicide, both at sublethal and recommended rates. Flumiclorac-pentil sprayed at sublethal rates in sequential applications showed higher efficiency than in a single (sublethal or recommended rate) application. Flumiclorac-pentil, especially in sequential applications, provided similar or improved levels of control when compared with fomesafen or lactofen for Sida rhombifolia, Sida spinosa, Sida cordifolia and Sida glaziovii. In comparing species susceptibility with flumiclorac-pentil, S. rhombifolia and S. glaziovii were considered less sensitive to the herbicide, demanding sequential applications with higher rates of flumiclorac-pentil to obtain regular control, whereas S. spinosa and S. cordifolia were more susceptible to flumiclorac-penti

  • Controle de diferentes espécies de guanxuma com aplicações seqüenciais de flumiclorac-pentil - DOI: 10.4025/actasciagron.v29i4.403
    'Universidade Estadual de Maringa', 2008
    Co-Authors: Constantin Jamil, Junior, Rubem Silvério De Oliveira, Kajihara, Luciano Hiroyuki, João Guilherme Zanetti De ,arantes, Cavalieri, Sidnei Douglas, Alonso, Diego Gonçalves
    Abstract:

    Different species of genus Sida are important common weeds. They are considered extensively disseminated species and are hard to control. This trial aimed to evaluate the efficacy of sequential applications of sublethal rates of flumicloracpentil to control four species of Sida sp. of frequent occurrence in the north and northewest Paraná state, in comparison with a single application of the herbicide, both at sublethal and recommended rates. Flumiclorac-pentil sprayed at sublethal rates in sequential applications showed higher efficiency than in a single (sublethal or recommended rate) application. Flumiclorac-pentil, especially in sequential applications, provided similar or improved levels of control when compared with fomesafen or lactofen for Sida rhombifolia, Sida spinosa, Sida cordifolia and Sida glaziovii. In comparing species susceptibility with flumiclorac-pentil, S. rhombifolia and S. glaziovii were considered less sensitive to the herbicide, demanding sequential applications with higher rates of flumiclorac-pentil to obtain regular control, whereas S. spinosa and S. cordifolia were more susceptible to flumiclorac-pentilDiversas espécies do gênero Sida são importantes plantas daninhas. São consideradas espécies de difícil controle e de extensa disseminação. Diante desse contexto, procurou-se verificar a eficácia de aplicações seqüenciais de subdoses de flumiclorac-pentil no controle de 4 espécies de Sida, de ocorrência freqüente nas regiões norte e noroeste do Paraná, comparando tais aplicações à aplicação única do produto, tanto em sudoses quanto na dose recomendada. A eficácia do flumiclorac-pentil, quando utilizado em subdoses com aplicações seqüenciais, foi superior àquela observada quando ele foi utilizado em dose única (em subdoses ou na dose recomendada). O flumiclorac-pentil, principalmente em aplicações seqüenciais, proporcionou níveis de controle semelhantes ou superiores ao fomesafen e ao lactofen no controle de Sida rhombifolia, Sida spinosa, Sida cordifolia e Sida glaziovii. Em termos de susceptibilidade das espécies, S. rhombifolia e S. glaziovii mostraramse menos sensíveis ao herbicida, exigindo aplicações seqüenciais com doses mais elevadas para a obtenção de níveis regulares de controle, ao passo que S. spinosa e S. cordifolia apresentaram maior susceptibilidade ao flumiclorac-pentil

  • Controle de diferentes espécies de guanxuma com aplicações seqüenciais de flumiclorac-pentil = Control of different species of Sida spp. with sequential applications of flumiclorac-pentil
    Eduem (Editora da Universidade Estadual de Maringá), 2007
    Co-Authors: João Guilherme Zanetti De ,arantes, Sidnei Douglas Cavalieri, Diego Gonçalves Alonso
    Abstract:

    Diversas espécies do gênero Sida são importantes plantas daninhas. Sãoconsideradas espécies de difícil controle e de extensa disseminação. Diante desse contexto, procurou-se verificar a eficácia de aplicações seqüenciais de subdoses de flumiclorac-pentil no controle de 4 espécies de Sida, de ocorrência freqüente nas regiões norte e noroeste do Paraná, comparando tais aplicações à aplicação única do produto, tanto em sudoses quanto na dose recomendada. A eficácia do flumiclorac-pentil, quando utilizado em subdoses com aplicações seqüenciais, foi superior àquela observada quando ele foi utilizado em dose única (em subdoses ou na dose recomendada). O flumiclorac-pentil, principalmente em aplicações seqüenciais, proporcionou níveis de controle semelhantes ou superiores ao fomesafen e ao lactofen no controle de Sida rhombifolia, Sida spinosa, Sida cordifolia e Sidaglaziovii. Em termos de susceptibilidade das espécies, S. rhombifolia e S. glaziovii mostraramse menos sensíveis ao herbicida, exigindo aplicações seqüenciais com doses mais elevadas para a obtenção de níveis regulares de controle, ao passo que S. spinosa e S. cordifoliaapresentaram maior susceptibilidade ao flumiclorac-pentil.Different species of genus Sida are important common weeds. They are considered extensively disseminated species and are hard to control. This trial aimed to evaluate the efficacy of sequential applications of sublethal rates of flumicloracpentil to control four species of Sida sp. of frequent occurrence in the north and northewestParaná state, in comparison with a single application of the herbicide, both at sublethal and recommended rates. Flumiclorac-pentil sprayed at sublethal rates in sequential applicationsshowed higher efficiency than in a single (sublethal or recommended rate) application. Flumiclorac-pentil, especially in sequential applications, provided similar or improved levels of control when compared with fomesafen or lactofen for Sida rhombifolia, Sida spinosa, Sida cordifolia and Sida glaziovii. In comparing species susceptibility with flumiclorac-pentil, S. rhombifolia and S. glaziovii were considered less sensitive to the herbicide, demandingsequential applications with higher rates of flumiclorac-pentil to obtain regular control, whereas S. spinosa and S. cordifolia were more susceptible to flumiclorac-pentil

Constantin Jamil - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.

  • Control of different species of Sida spp. with sequential applications of flumiclorac-pentil - DOI: 10.4025/actasciagron.v29i4.403
    Universidade Estadual de Maringá, 2008
    Co-Authors: Constantin Jamil, Junior, Rubem Silvério De Oliveira, Kajihara, Luciano Hiroyuki, João Guilherme Zanetti De ,arantes, Cavalieri, Sidnei Douglas, Alonso, Diego Gonçalves
    Abstract:

    Diversas espécies do gênero Sida são importantes plantas daninhas. São consideradas espécies de difícil controle e de extensa disseminação. Diante desse contexto, procurou-se verificar a eficácia de aplicações seqüenciais de subdoses de flumiclorac-pentil no controle de 4 espécies de Sida, de ocorrência freqüente nas regiões norte e noroeste do Paraná, comparando tais aplicações à aplicação única do produto, tanto em sudoses quanto na dose recomendada. A eficácia do flumiclorac-pentil, quando utilizado em subdoses com aplicações seqüenciais, foi superior àquela observada quando ele foi utilizado em dose única (em subdoses ou na dose recomendada). O flumiclorac-pentil, principalmente em aplicações seqüenciais, proporcionou níveis de controle semelhantes ou superiores ao fomesafen e ao lactofen no controle de Sida rhombifolia, Sida spinosa, Sida cordifolia e Sida glaziovii. Em termos de susceptibilidade das espécies, S. rhombifolia e S. glaziovii mostraramse menos sensíveis ao herbicida, exigindo aplicações seqüenciais com doses mais elevadas para a obtenção de níveis regulares de controle, ao passo que S. spinosa e S. cordifolia apresentaram maior susceptibilidade ao flumiclorac-pentil.Different species of genus Sida are important common weeds. They are considered extensively disseminated species and are hard to control. This trial aimed to evaluate the efficacy of sequential applications of sublethal rates of flumicloracpentil to control four species of Sida sp. of frequent occurrence in the north and northewest Paraná state, in comparison with a single application of the herbicide, both at sublethal and recommended rates. Flumiclorac-pentil sprayed at sublethal rates in sequential applications showed higher efficiency than in a single (sublethal or recommended rate) application. Flumiclorac-pentil, especially in sequential applications, provided similar or improved levels of control when compared with fomesafen or lactofen for Sida rhombifolia, Sida spinosa, Sida cordifolia and Sida glaziovii. In comparing species susceptibility with flumiclorac-pentil, S. rhombifolia and S. glaziovii were considered less sensitive to the herbicide, demanding sequential applications with higher rates of flumiclorac-pentil to obtain regular control, whereas S. spinosa and S. cordifolia were more susceptible to flumiclorac-penti

  • Controle de diferentes espécies de guanxuma com aplicações seqüenciais de flumiclorac-pentil - DOI: 10.4025/actasciagron.v29i4.403
    'Universidade Estadual de Maringa', 2008
    Co-Authors: Constantin Jamil, Junior, Rubem Silvério De Oliveira, Kajihara, Luciano Hiroyuki, João Guilherme Zanetti De ,arantes, Cavalieri, Sidnei Douglas, Alonso, Diego Gonçalves
    Abstract:

    Different species of genus Sida are important common weeds. They are considered extensively disseminated species and are hard to control. This trial aimed to evaluate the efficacy of sequential applications of sublethal rates of flumicloracpentil to control four species of Sida sp. of frequent occurrence in the north and northewest Paraná state, in comparison with a single application of the herbicide, both at sublethal and recommended rates. Flumiclorac-pentil sprayed at sublethal rates in sequential applications showed higher efficiency than in a single (sublethal or recommended rate) application. Flumiclorac-pentil, especially in sequential applications, provided similar or improved levels of control when compared with fomesafen or lactofen for Sida rhombifolia, Sida spinosa, Sida cordifolia and Sida glaziovii. In comparing species susceptibility with flumiclorac-pentil, S. rhombifolia and S. glaziovii were considered less sensitive to the herbicide, demanding sequential applications with higher rates of flumiclorac-pentil to obtain regular control, whereas S. spinosa and S. cordifolia were more susceptible to flumiclorac-pentilDiversas espécies do gênero Sida são importantes plantas daninhas. São consideradas espécies de difícil controle e de extensa disseminação. Diante desse contexto, procurou-se verificar a eficácia de aplicações seqüenciais de subdoses de flumiclorac-pentil no controle de 4 espécies de Sida, de ocorrência freqüente nas regiões norte e noroeste do Paraná, comparando tais aplicações à aplicação única do produto, tanto em sudoses quanto na dose recomendada. A eficácia do flumiclorac-pentil, quando utilizado em subdoses com aplicações seqüenciais, foi superior àquela observada quando ele foi utilizado em dose única (em subdoses ou na dose recomendada). O flumiclorac-pentil, principalmente em aplicações seqüenciais, proporcionou níveis de controle semelhantes ou superiores ao fomesafen e ao lactofen no controle de Sida rhombifolia, Sida spinosa, Sida cordifolia e Sida glaziovii. Em termos de susceptibilidade das espécies, S. rhombifolia e S. glaziovii mostraramse menos sensíveis ao herbicida, exigindo aplicações seqüenciais com doses mais elevadas para a obtenção de níveis regulares de controle, ao passo que S. spinosa e S. cordifolia apresentaram maior susceptibilidade ao flumiclorac-pentil