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Gomes, Carlos Janssen - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.
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Dinâmica cronotrópica pós-esforço e função autonômica cardíaca de repouso em praticantes de dança de salão
'Biblioteca Central da UNB', 2015Co-Authors: Gomes, Carlos JanssenAbstract:Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Medicina, Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas, 2015.Introdução: A prática de dança de salão, devido à sua característica lúdica e social, tem sido considerada uma importante estratégia na árdua tarefa de combate ao sedentarismo, um importante fator de risco associado ao surgimento de doenças cardiovasculares e à mortalidade por todas as causas. Por outro lado, ainda é obscuro se indivíduos envolvidos com a prática recreacional da dança, onde o controle da intensidade durante as sessões é negligenciada, apresentam um perfil cardiovascular mais favorável quando comparados a indivíduos sedentários ou insuficientemente ativos. Objetivos: Proceder a avaliação do comportamento da frequência cardíaca (FC) e da sua variabilidade (VFC) em praticantes de dança de salão (PD) comparativamente a indivíduos sedentários ou insuficientemente ativos (CT). Métodos: 50 voluntários do sexo masculino (CT=25; PD= 25) (Idade: CT= 25,9 ±4,5; PD= 26,6 ± 6,1 anos; IMC: CT= 24,3 ± 2,4; PD= 24,3 ± 2,2 kg/m2), foram submetidos à análise da frequência cardíaca (FC) e de sua variabilidade nas condições de repouso (posições supina e ortostática), durante teste de esforço submáximo e no período de recuperação após esforço. Resultados: O grupo PD apresentou menores valores de FC nas posições supina (p= 0,001), ortostática (p= 0,05) e no estágio inicial do teste de esforço (p= 0,003), maior tolerância ao esforço medida pelo tempo de teste (p= 0,0001) e maior decremento da frequência cardíaca no primeiro (p= 0,007), segundo (p= 0005), terceiro (p= 0,0001), quarto (p= 0,005) e quinto (p= 0,01) minutos de recuperação. Quanto à análise da VFC nas três condições avaliadas verificou - se indícios de maior modulação da função autonômica cardíaca no grupo PD comparativamente ao CT na condição de repouso (supino e ortostático). No esforço, o limiar de VFC ocorreu tardiamente no grupo PD comparativamente ao CT (p= 0,0001). Na recuperação, verificou-se maior grau de modulação autonômica cardíaca no período de recuperação no grupo PD comparativamente ao CT (p=0.01 -0.04). Conclusão: Os praticantes de dança de salão avaliados no presente estudo apresentaram um cronotropismo mais lento em relação ao grupo controle em todas as condições funcionais avaliadas. Adicionalmente, foram observados fortes indícios de que esse grupo também seja contemplado com um maior grau de modulação autonômica cardíaca nas condições de repouso, esforço e recuperação após esforço.Introduction: Ballroom dance practice, due to his playful and social characteristic, has been considered an important strategy in the arduous task of combating sedentary lifestyle, an important risk factor associated with the development of cardiovascular disease and mortality for all causes. On the other hand, it is still unclear whether the individuals involved with the recreational practice of ballroom dance, where the control of the intensity during the sessions is neglected, are endowed with a more favorable cardiovascular profile when compared to sedentary or insufficiently active individuals. Objectives: To evaluate heart rate (HR) and its variability (HRV) in ballroom dance practitioners (PD) compared to sedentary or insufficiently active (CT). Methods: 50 male volunteers (CT = 25; PD = 25) (Age: CT = 25.9 ± 4.5; PD = 26.6 ± 6.1 years; BMI: CT = 24.3 ± 2.4; PD = 24.3 ± 2.2 kg / m2) were subjected to analysis of heart rate (HR) and its variability in resting conditions (supine and standing) during a submaximal exercise test and in recovery period post effort. Results: PD group showed lower HR values in the supine (p = 0.001) and orthostatic (p = 0.05) position, in the initial stage of the exercise stress test (p = 0.003), increased exercise tolerance as measured by test time (p = 0.0001) and increased heart rate decrement on the first (p = 0.007), second (p = 0005), third (p = 0.0001), fourth (p = 0.005) and fifth (p = 0, 01) minute of recovery. The analysis of heart rate variability at rest, although part of the indices have favored the PD group, the findings were inconsistent. However, the HRV threshold was observed in larger effort intensities in PD group (p = 0.0001), which also showed a greater degree of autonomic modulation in the recovery period. Conclusion: The ballroom dance practitioners evaluated in the present study had a slower Chronotropism compared to the control group in all evaluated functional conditions. Additionally, we have observed strong evidence that this group is also contemplated with a higher degree of cardiac autonomic modulation in rest conditions, stress and recovery after stress test compared to the control group
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Dinâmica cronotrópica pós-esforço e função autonômica cardíaca de repouso em praticantes de dança de salão
2015Co-Authors: Gomes, Carlos JanssenAbstract:Introdução: A prática de dança de salão, devido à sua característica lúdica e social, tem sido considerada uma importante estratégia na árdua tarefa de combate ao sedentarismo, um importante fator de risco associado ao surgimento de doenças cardiovasculares e à mortalidade por todas as causas. Por outro lado, ainda é obscuro se indivíduos envolvidos com a prática recreacional da dança, onde o controle da intensidade durante as sessões é negligenciada, apresentam um perfil cardiovascular mais favorável quando comparados a indivíduos sedentários ou insuficientemente ativos. Objetivos: Proceder a avaliação do comportamento da frequência cardíaca (FC) e da sua variabilidade (VFC) em praticantes de dança de salão (PD) comparativamente a indivíduos sedentários ou insuficientemente ativos (CT). Métodos: 50 voluntários do sexo masculino (CT=25; PD= 25) (Idade: CT= 25,9 ±4,5; PD= 26,6 ± 6,1 anos; IMC: CT= 24,3 ± 2,4; PD= 24,3 ± 2,2 kg/m2), foram submetidos à análise da frequência cardíaca (FC) e de sua variabilidade nas condições de repouso (posições supina e ortostática), durante teste de esforço submáximo e no período de recuperação após esforço. Resultados: O grupo PD apresentou menores valores de FC nas posições supina (p= 0,001), ortostática (p= 0,05) e no estágio inicial do teste de esforço (p= 0,003), maior tolerância ao esforço medida pelo tempo de teste (p= 0,0001) e maior decremento da frequência cardíaca no primeiro (p= 0,007), segundo (p= 0005), terceiro (p= 0,0001), quarto (p= 0,005) e quinto (p= 0,01) minutos de recuperação. Quanto à análise da VFC nas três condições avaliadas verificou - se indícios de maior modulação da função autonômica cardíaca no grupo PD comparativamente ao CT na condição de repouso (supino e ortostático). No esforço, o limiar de VFC ocorreu tardiamente no grupo PD comparativamente ao CT (p= 0,0001). Na recuperação, verificou-se maior grau de modulação autonômica cardíaca no período de recuperação no grupo PD comparativamente ao CT (p=0.01 -0.04). Conclusão: Os praticantes de dança de salão avaliados no presente estudo apresentaram um cronotropismo mais lento em relação ao grupo controle em todas as condições funcionais avaliadas. Adicionalmente, foram observados fortes indícios de que esse grupo também seja contemplado com um maior grau de modulação autonômica cardíaca nas condições de repouso, esforço e recuperação após esforço. ______________________________________________________________________________________________ ABSTRACTIntroduction: Ballroom dance practice, due to his playful and social characteristic, has been considered an important strategy in the arduous task of combating sedentary lifestyle, an important risk factor associated with the development of cardiovascular disease and mortality for all causes. On the other hand, it is still unclear whether the individuals involved with the recreational practice of ballroom dance, where the control of the intensity during the sessions is neglected, are endowed with a more favorable cardiovascular profile when compared to sedentary or insufficiently active individuals. Objectives: To evaluate heart rate (HR) and its variability (HRV) in ballroom dance practitioners (PD) compared to sedentary or insufficiently active (CT). Methods: 50 male volunteers (CT = 25; PD = 25) (Age: CT = 25.9 ± 4.5; PD = 26.6 ± 6.1 years; BMI: CT = 24.3 ± 2.4; PD = 24.3 ± 2.2 kg / m2) were subjected to analysis of heart rate (HR) and its variability in resting conditions (supine and standing) during a submaximal exercise test and in recovery period post effort. Results: PD group showed lower HR values in the supine (p = 0.001) and orthostatic (p = 0.05) position, in the initial stage of the exercise stress test (p = 0.003), increased exercise tolerance as measured by test time (p = 0.0001) and increased heart rate decrement on the first (p = 0.007), second (p = 0005), third (p = 0.0001), fourth (p = 0.005) and fifth (p = 0, 01) minute of recovery. The analysis of heart rate variability at rest, although part of the indices have favored the PD group, the findings were inconsistent. However, the HRV threshold was observed in larger effort intensities in PD group (p = 0.0001), which also showed a greater degree of autonomic modulation in the recovery period. Conclusion: The ballroom dance practitioners evaluated in the present study had a slower Chronotropism compared to the control group in all evaluated functional conditions. Additionally, we have observed strong evidence that this group is also contemplated with a higher degree of cardiac autonomic modulation in rest conditions, stress and recovery after stress test compared to the control group
Retroz, Francianny Carla Moraes - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.
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Estudo da a??o cardiovascular de extratos padronizados das folhas de Quassia amara L. (pau-amargo) coletadas em Manicor?, na Amaz?nia Ocidental
Universidade Federal do Amazonas, 2012Co-Authors: Retroz, Francianny Carla MoraesAbstract:A Quassia amara L. (Simaroubaceae) ? planta pan-americana conhecida como pau-amargo e quassia. ? utilizada na medicina popular para o tratamento de dist?rbios gastrintestinais, hipertens?o, mal?ria, e tamb?m como inseticida e verm?fuga. Das folhas e cascas foram isolados v?rios compostos qu?micos como alcaloides ?-carbonila, 6-cantin, esteroides e quassinoides (neoquassina e quassina). Neste trabalho, foram estudados a farmacologia geral e os efeitos no sistema cardiovascular de roedores de extratos padronizados de Quassia amara coletada em Manicor?, AM. O extrato aquoso (EA) foi obtido por infus?o de folhas secas, e a fra??o butan?lica, por parti??o do EA em butanol. A padroniza??o e purifica??o da FBut por cromatografia l?quida de alta efici?ncia (CLAE) levou ao isolamento de 6 fra??es (F1 a F6). A administra??o oral do EA (1,0 g/kg) n?o produziu sinais evidentes de atividade farmacol?gica em ratos; a FBut produziu sinais de seda??o, anestesia e cianose ap?s 1 h. N?o houve morte dos animais ap?s 24 h do tratamento. No entanto, a administra??o da FBut (1,0 g/kg) por via intraperitoneal produziu sinais de seda??o, anestesia e cianose intensos ap?s 1 h de tratamento; todos os animais morreram ap?s 2 h. Na press?o arterial em ratos anestesiados, a FBut produziu hipotens?o r?pida e passageira, sem alterar o efeito hipertensor da noradrenalina, ou a hipotens?o produzida pela acetilcolina. A hipotens?o provocada pela FBut (10,0 mg/kg, e.v.) tamb?m n?o foi alterada pelo tratamento pr?vio do animal com atropina ou prazosin. As fra??es respons?veis pela a??o hipotensora s?o a F1, F3 e F6. As fra??es foram testadas em prepara??es de aorta de rato com e sem endot?lio. As fra??es F1, F3, F4, F5 e F6 relaxaram o t?nus muscular da aorta dependente de endot?lio, indicando um prov?vel mecanismo via cascata do NO. As atividades cronotr?pica e inotr?pica do EA e da FBut foram avaliadas em prepara??es de ?trios direito e esquerdo isolados de rato. O EA (30 a 300 ?g/mL) e a FBut (10 a 100 ?g/mL) n?o alteraram o cronotropismo, no entanto, aumentaram o inotropismo de maneira concentra??o-dependente. A FBut potenciou a contra??o do m?sculo diafragma de rato sob est?mulo direto e indireto. A FBut (1 a 300 ?g/mL) inibiu a atividade da Ca2+-ATPase de m?sculo esquel?tico de coelho; essa inibi??o pode estar relacionada ? potencia??o da contra??o do m?sculo diafragma. Em ducto deferente de rato, a FBut diminuiu a contra??o m?xima produzida pela noradrenalina sem alterar a afinidade da droga pelos receptores ?1-adren?rgicos. As fra??es purificadas respons?veis por este efeito foram as F1, F3, F4 e F5. A FBut n?o inibiu o influxo de c?lcioQuassia amara L. (Simaroubaceae) is a pan american plant known as pau amargo and quassia. It is used in the folk medicine to treat gastrointestinal disorders, hypertension, malaria, and as insecticide and vermifuge. Several compounds were isolated from the plant leaves and barks as ?-carbonile alkaloids, 6-cantin, steroids and quassinoids (neoquassin and quassin). In this work, the effects of the standardized extracts from Q. amara collected in Manicor?/AM were studied on the cardiovascular system of rodents. The aqueous extract (AE) was prepared from the dried leaves infusion and the butanolic fraction (BuF) was obtained from the AE partition in butanol. The BuF standardization and purification in HPLC isolated 6 fractions (F1 to F6). The AE oral administration (1.0 g/kg) did not produce evident signals of pharmacological activity in rats; BuF caused sedation, anesthesia and cyanosis after 1 h. Death was not observed after 24 h of the treatment. However, BuF (1.0 g/kg) intraperitoneal administration produced intense sedation, anesthesia and cyanosis after 1 h of the treatment; all animals died after 2 h. In anesthetized rats, BuF produced fast and transient hypotension, without altering the hypertensive effect of noradrenalin, or the hypotension induced by acetylcholine. The hypotension caused by BuF (10.0 mg/kg, e.v.) was unchanged by previous treatment with atropine or prazosin. The fractions responsible for the hypotensive effect were: F1, F3 and F6. All fractions were tested on intact endothelium- and denuded- aorta rings contracted by noradrenalin. F1, F3, F4, F5 and F6 fractions relaxed the endothelium intact aorta tonus, indicating a mechanism dependent on NO cascade. The chronotropic and inotropic effects of AE and BuF were also evaluated in isolated right and left rat atrium. Neither AE (30 to 300 ?g/mL) nor BuF (10 to 100 ?g/mL) alter the Chronotropism, however, the force of contraction increased in a concentration dependent manner. BuF potentiated the diaphragm muscle contraction induced by direct and indirect electrical stimulation. BuF (1 to 300 ?g/mL) inhibited the activity of the Ca2+-ATPase isolated from rabbit skeletal muscle; this enzyme inhibition may be related to the potentiation of the diaphragm contraction. In rat vas deferens preparations, BuF inhibited the maximal contraction induced by noradrenalin without affecting the drug affinity to the ?1-adrenergic receptors. The purified fractions responsible for this effect were F1, F3, F4 e F5. BuF did not inhibit the calcium influx in cardiomyocytes and cultured rat uterus cells
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Estudo da ação cardiovascular de extratos padronizados das folhas de Quassia amara L. (pau-amargo) coletadas em Manicoré, na Amazônia Ocidental
Universidade Federal do Amazonas, 2012Co-Authors: Retroz, Francianny Carla MoraesAbstract:A Quassia amara L. (Simaroubaceae) é planta pan-americana conhecida como pau-amargo e quassia. É utilizada na medicina popular para o tratamento de distúrbios gastrintestinais, hipertensão, malária, e também como inseticida e vermífuga. Das folhas e cascas foram isolados vários compostos químicos como alcaloides β-carbonila, 6-cantin, esteroides e quassinoides (neoquassina e quassina). Neste trabalho, foram estudados a farmacologia geral e os efeitos no sistema cardiovascular de roedores de extratos padronizados de Quassia amara coletada em Manicoré, AM. O extrato aquoso (EA) foi obtido por infusão de folhas secas, e a fração butanólica, por partição do EA em butanol. A padronização e purificação da FBut por cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE) levou ao isolamento de 6 frações (F1 a F6). A administração oral do EA (1,0 g/kg) não produziu sinais evidentes de atividade farmacológica em ratos; a FBut produziu sinais de sedação, anestesia e cianose após 1 h. Não houve morte dos animais após 24 h do tratamento. No entanto, a administração da FBut (1,0 g/kg) por via intraperitoneal produziu sinais de sedação, anestesia e cianose intensos após 1 h de tratamento; todos os animais morreram após 2 h. Na pressão arterial em ratos anestesiados, a FBut produziu hipotensão rápida e passageira, sem alterar o efeito hipertensor da noradrenalina, ou a hipotensão produzida pela acetilcolina. A hipotensão provocada pela FBut (10,0 mg/kg, e.v.) também não foi alterada pelo tratamento prévio do animal com atropina ou prazosin. As frações responsáveis pela ação hipotensora são a F1, F3 e F6. As frações foram testadas em preparações de aorta de rato com e sem endotélio. As frações F1, F3, F4, F5 e F6 relaxaram o tônus muscular da aorta dependente de endotélio, indicando um provável mecanismo via cascata do NO. As atividades cronotrópica e inotrópica do EA e da FBut foram avaliadas em preparações de átrios direito e esquerdo isolados de rato. O EA (30 a 300 μg/mL) e a FBut (10 a 100 μg/mL) não alteraram o cronotropismo, no entanto, aumentaram o inotropismo de maneira concentração-dependente. A FBut potenciou a contração do músculo diafragma de rato sob estímulo direto e indireto. A FBut (1 a 300 μg/mL) inibiu a atividade da Ca2+-ATPase de músculo esquelético de coelho; essa inibição pode estar relacionada à potenciação da contração do músculo diafragma. Em ducto deferente de rato, a FBut diminuiu a contração máxima produzida pela noradrenalina sem alterar a afinidade da droga pelos receptores α1-adrenérgicos. As frações purificadas responsáveis por este efeito foram as F1, F3, F4 e F5. A FBut não inibiu o influxo de cálcioQuassia amara L. (Simaroubaceae) is a pan american plant known as pau amargo and quassia. It is used in the folk medicine to treat gastrointestinal disorders, hypertension, malaria, and as insecticide and vermifuge. Several compounds were isolated from the plant leaves and barks as β-carbonile alkaloids, 6-cantin, steroids and quassinoids (neoquassin and quassin). In this work, the effects of the standardized extracts from Q. amara collected in Manicoré/AM were studied on the cardiovascular system of rodents. The aqueous extract (AE) was prepared from the dried leaves infusion and the butanolic fraction (BuF) was obtained from the AE partition in butanol. The BuF standardization and purification in HPLC isolated 6 fractions (F1 to F6). The AE oral administration (1.0 g/kg) did not produce evident signals of pharmacological activity in rats; BuF caused sedation, anesthesia and cyanosis after 1 h. Death was not observed after 24 h of the treatment. However, BuF (1.0 g/kg) intraperitoneal administration produced intense sedation, anesthesia and cyanosis after 1 h of the treatment; all animals died after 2 h. In anesthetized rats, BuF produced fast and transient hypotension, without altering the hypertensive effect of noradrenalin, or the hypotension induced by acetylcholine. The hypotension caused by BuF (10.0 mg/kg, e.v.) was unchanged by previous treatment with atropine or prazosin. The fractions responsible for the hypotensive effect were: F1, F3 and F6. All fractions were tested on intact endothelium- and denuded- aorta rings contracted by noradrenalin. F1, F3, F4, F5 and F6 fractions relaxed the endothelium intact aorta tonus, indicating a mechanism dependent on NO cascade. The chronotropic and inotropic effects of AE and BuF were also evaluated in isolated right and left rat atrium. Neither AE (30 to 300 μg/mL) nor BuF (10 to 100 μg/mL) alter the Chronotropism, however, the force of contraction increased in a concentration dependent manner. BuF potentiated the diaphragm muscle contraction induced by direct and indirect electrical stimulation. BuF (1 to 300 μg/mL) inhibited the activity of the Ca2+-ATPase isolated from rabbit skeletal muscle; this enzyme inhibition may be related to the potentiation of the diaphragm contraction. In rat vas deferens preparations, BuF inhibited the maximal contraction induced by noradrenalin without affecting the drug affinity to the α1-adrenergic receptors. The purified fractions responsible for this effect were F1, F3, F4 e F5. BuF did not inhibit the calcium influx in cardiomyocytes and cultured rat uterus cells
Giampietro Sgaragli - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.
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negative Chronotropism positive inotropism and lusitropism of 3 5 di t butyl 4 hydroxyanisole dtbha on rat heart preparations occur through reduction of ryr2 ca2 leak
Biochemical Pharmacology, 2018Co-Authors: Federica Pessina, Alessandra Gamberucci, Jialin Chen, Boyin Liu, Peter Vangheluwe, Beatrice Gorelli, Stefania Lorenzini, Ottavia Spiga, Alfonso Trezza, Giampietro SgaragliAbstract:Abstract 3,5-Di-t-butyl-4-hydroxyanisole (DTBHA) is considered as an activator of the skeletal muscle sarcoplasmic reticulum (SR) Ca2+-uptake, endowed with antioxidant and L-type Ca2+ channel blocking activities. In this study we assessed the cardiac effects of DTBHA on Langendorff perfused rat hearts, isolated rat atria and rat cardiac SR membrane vesicles, as well as on several SERCA isoforms of membrane preparations. Moreover, in order to clarify its molecular mechanism of action Ca2+ imaging experiments were carried out on HEK293 cells transiently transfected with RyR2 channel. Docking of DTBHA at the rat RyR2 protein was investigated in silico. In Langendorff perfused rat hearts, DTBHA significantly increased, in a concentration-dependent manner, left ventricular pressure and diastole duration, while reducing heart rate and the time-constant of isovolumic relaxation, leaving unaltered coronary perfusion pressure. At the maximum concentration tested (30 µM), it significantly prolonged PQ interval, but left the corrected QT intervals unaffected. In spontaneously beating atria, DTBHA decreased sinus rate in a concentration-dependent manner. DTBHA, at concentrations higher than 10 µM, increased Ca2+ uptake in cardiac SR without affecting Ca2+-dependent ATPase activity assayed on several SERCA isoforms. Moreover, DTBHA antagonized thapsigargin-stimulated Ca2+ leak in cardiac SR and reduced caffeine-induced, RyR2-activated Ca2+ release in RyR2 expressing HEK293 cells. Using computational approaches, DTBHA showed a good affinity outline into binding sites of RyR2 protein. In conclusion, DTBHA behaved like a negative chronotropic, a positive inotropic and a lusitropic agent on rat heart preparations and improved cardiac SR Ca2+ uptake by lowering SR Ca2+ leak.
Andre Luiz De ,moura - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.
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Sensibilidade a agonistas [beta]-adrenergicos em atrio esquerdo isolado de ratos submetidos a estresse
[s.n.], 2018Co-Authors: Andre Luiz De ,mouraAbstract:Orientadores: Regina Celia Spadari-Bratfisch, Dora Maria Grassi-KassisseDissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de BiologiaResumo: O estresse por choque nas patas promove supersensibilidade ao efeito cronotrópico positivo da isoprenalina em átrios direitos isolados de ratos e ratas sacrificadas em diestro, a qual está associada a aumento da proteína do adrenoceptor P2 naquele tecido. Em átrio direito de fêmeas ocorre também subsensibilidade ao efeito cronotrópico da noradrenalina. O objetivo deste trabalho é avaliar se a resposta inotrópica a agonistas Padrenérgicos também é alterada em tecido cardíaco de ratos submetidos a estresse por choque nas patas para ampliar nosso conhecimento da extensão em que a fisiologia cardíaca é alterada pelo estresse. Utilizamos átrios esquerdos isolados de ratos machos adultos da linhagem Wistar submetidos ou não a três sessões consecutivas de choques nas patas (30 minutos de duração, 120 pulsos aplicados aleatoriamente a intervalos que variavam de 5 a 25 seg; intensidade de 1 mA e duração de 1 seg). Todos os átrios receberam pré-tratamento in vitro para inibir os processos de recaptação neuronal e captação extra-neuronal. Em seguida foram obtidas curvas concentração-efeito aos agonistas isoprenalina, na presença ou ausência dos antagonistas CGP20712A, IC1118.551 ou ambos; noradrenalina, na presença ou ausência de CGP20712A; TA-2005; BRL37344 e CGP12177. Analisamos a sensibilidade do tecido aos agonistas (pD2) e a afinidade dos antagonistas (pKB). Para determinar se a população de adrenoceptores P é homogênea ou heterogênea, realizamos análise de regressão linear de Schild. Os valores foram expressos como médias: erros padrão da média. Átrios esquerdos isolados de ratos submetidos a estresse quando comparados aos átrios esquerdos isolados de ratos controle apresentaram supersensibilidade à isoprenalina (pD2: 8,44 :t 0,16 para controles e 8,85 :t 0,09 para estresse, p 0,05; teste t de Student). Não foi observada diferença de sensibilidade para os agonistas TA-2005, BRL37344 e CGP12177. A supersensibilidade para isoprenalina foi cancelada pelo antagonista ICI118.551, sendo que os valores pD2 neste caso foram: 8,43 1: 0,11 para o grupo controle e 8,60 1: 0,11 para o grupo estresse (p > 0,05; teste t de Student). Os valores pKB do IC1118.551 foram iguais a: 7,191: 0,08 para o grupo controle e 7,13 1: 0,31 para o grupo estresse. Análise de regressão linear de Schild para o antagonismo entre CGP20712A e isoprenalina ou noradrenalina demonstrou que átrios esquerdos isolados de ratos controle e ratos submetidos a estresse apresentam uma população heterogênea de receptores-adrenérgicos. Nós concluímos que átrios esquerdos de ratos submetidos a estresse apresentam supersensibilidade à isoprenalina devido ao aumento da participação dos adrenoceptores _2. A resposta aos demais agonistas não se altera. Esta alteração na sensibilidade à isoprenalina desencadeada pelo estresse é semelhante ao que ocorre em átrio direito e em tecido adiposo de ratos submetidos ao mesmo protocolo de estresse. Estes resultados indicam que não apenas o cronotropismo mas também o inotropismo cardíaco são afetados pelo estresse o que provavelmente resulta em alterações funcionais cardíacas, de caráter adaptativoAbstract: Following foot shock stress white adipocytes and right atria from male and right atria from female rats sacrificed at diestrous, are supersensitive to the chronotropic effect of isoprenaline. Right atria from female rats are also subsensitive to noradrenaline. In the present study, we investigated whether the inotropic response to B-adrenergic agonists was altered in cardiac tissue from stressed rats. Left atria isolated from control or stressed male Wistar rats submitled to three 30 min foot shock sessions (120 pulses of 1.0 mA and 1.0 s duration, applied at random intervals of 5-25 s) were mounted in organ baths under a tension of 4,9 mN (0,5 gf) and stimulated with pulses of 2 Hz and 5 ms duration at voltage 20% above threshold. Concentration-response curves were obtained for the Badrenoceptor agonists isoprenaline, noradrenaline, TA2005, BRL37344 and CGP12177. Curves were also obtained for isoprenaline and noradrenaline in the presence of the selective antagonist CGP20712A (10, 30 and 100 nM), and for isoprenaline in the presence of the antagonist IC1118,551 (50 nM) or both antagonists. The sensitivity to noradrenaline, TA2005, BRL37344 and CGP12177 was unaltered in atria from foot shock stressed rats. The pD2 for isoprenaline was significantly higher in atria from stressed rats (8.85 :t 0.09) compared to control rats (8.44 :t 0.15; P 0.05, Student's t-test). Schild analyses for the antagonism between CGP20712A and isoprenaline or noradrenaline indicated that the B-adrenoceptor population in left atria from control and stressed rats was heterogeneous. We conclude that the supersensitivity of atria from foot shock stressed rats to isoprenaline resulted from an increase in B2-adrenoceptor mediated responses. These results were similar to those previously reported for right atria and adipocytes from rats submitted to the same stress protocol and indicate that not only the cardiac Chronotropism also the inotropism was affected by stress what probably causes. adaptative alterations in the heart functionMestradoFisiologiaMestre em Biologia Funcional e Molecula
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Functional beta(2)-adrenoceptors in rat left atria: effect of foot-shock stress
'Canadian Science Publishing', 2017Co-Authors: Andre Luiz De ,moura, Hyslop Stephen, Grassi-kassisse, Dora M., Spadari, Regina CeliaAbstract:Altered sensitivity to the chronotropic effect of catecholamines and a reduction in the beta(1)/beta(2)-adrenoceptor ratio have previously been reported in right atria of stressed rats, human failing heart, and aging. In this report, we investigated whether left atrial inotropism was affected by foot-shock stress. Male rats were submitted to 3 foot-shock sessions and the left atrial inotropic response, adenylyl cyclase activity, and beta-adrenoceptor expression were investigated. Left atria of stressed rats were supersensitive to isoprenaline when compared with control rats and this effect was abolished by ICI118,551, a selective beta(2)-receptor antagonist. Schild plot slopes for the antagonism between CGP20712A (a selective beta(1)-receptor antagonist) and isoprenaline differed from unity in atria of stressed but not control rats. Atrial sensitivity to norepinephrine, as well as basal and forskolin-or isoprenaline-stimulated adenylyl cyclase activities were not altered by stress. The effect of isoprenaline on adenylyl cyclase stimulation was partially blocked by ICI118,551 in atrial membranes of stressed rats. These findings indicate that foot-shock stress equally affects inotropism and Chronotropism and that beta(2)-adrenoceptor upregulation contributes to the enhanced inotropic response to isoprenaline.Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)Fed Univ São Paulo UNIFESP, Dept Biosci, Santos, SP, BrazilState Univ Campinas UNICAMP, Dept Pharmacol, Fac Med Sci, Campinas, SP, BrazilState Univ Campinas UNICAMP, Inst Biol, Dept Physiol & Biophys, Campinas, SP, BrazilFed Univ São Paulo UNIFESP, Dept Biosci, Santos, SP, BrazilFAPESP: 00/03719-6Web of Scienc
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Sensibilidade a agonistas [beta]-adrenergicos em atrio esquerdo isolado de ratos submetidos a estresse
Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Biologia, 2002Co-Authors: Andre Luiz De ,mouraAbstract:O estresse por choque nas patas promove supersensibilidade ao efeito cronotrópico positivo da isoprenalina em átrios direitos isolados de ratos e ratas sacrificadas em diestro, a qual está associada a aumento da proteína do adrenoceptor P2 naquele tecido. Em átrio direito de fêmeas ocorre também subsensibilidade ao efeito cronotrópico da noradrenalina. O objetivo deste trabalho é avaliar se a resposta inotrópica a agonistas Padrenérgicos também é alterada em tecido cardíaco de ratos submetidos a estresse por choque nas patas para ampliar nosso conhecimento da extensão em que a fisiologia cardíaca é alterada pelo estresse. Utilizamos átrios esquerdos isolados de ratos machos adultos da linhagem Wistar submetidos ou não a três sessões consecutivas de choques nas patas (30 minutos de duração, 120 pulsos aplicados aleatoriamente a intervalos que variavam de 5 a 25 seg; intensidade de 1 mA e duração de 1 seg). Todos os átrios receberam pré-tratamento in vitro para inibir os processos de recaptação neuronal e captação extra-neuronal. Em seguida foram obtidas curvas concentração-efeito aos agonistas isoprenalina, na presença ou ausência dos antagonistas CGP20712A, IC1118.551 ou ambos; noradrenalina, na presença ou ausência de CGP20712A; TA-2005; BRL37344 e CGP12177. Analisamos a sensibilidade do tecido aos agonistas (pD2) e a afinidade dos antagonistas (pKB). Para determinar se a população de adrenoceptores P é homogênea ou heterogênea, realizamos análise de regressão linear de Schild. Os valores foram expressos como médias: erros padrão da média. Átrios esquerdos isolados de ratos submetidos a estresse quando comparados aos átrios esquerdos isolados de ratos controle apresentaram supersensibilidade à isoprenalina (pD2: 8,44 :t 0,16 para controles e 8,85 :t 0,09 para estresse, p < 0,05; teste t de Student) e sem alteração de sensibilidade à noradrenalina (pD2: 8,00 :t 0,03 para o grupo controle e 7,83 :t 0,01 para o grupo estresse, p > 0,05; teste t de Student). Não foi observada diferença de sensibilidade para os agonistas TA-2005, BRL37344 e CGP12177. A supersensibilidade para isoprenalina foi cancelada pelo antagonista ICI118.551, sendo que os valores pD2 neste caso foram: 8,43 1: 0,11 para o grupo controle e 8,60 1: 0,11 para o grupo estresse (p > 0,05; teste t de Student). Os valores pKB do IC1118.551 foram iguais a: 7,191: 0,08 para o grupo controle e 7,13 1: 0,31 para o grupo estresse. Análise de regressão linear de Schild para o antagonismo entre CGP20712A e isoprenalina ou noradrenalina demonstrou que átrios esquerdos isolados de ratos controle e ratos submetidos a estresse apresentam uma população heterogênea de receptores-adrenérgicos. Nós concluímos que átrios esquerdos de ratos submetidos a estresse apresentam supersensibilidade à isoprenalina devido ao aumento da participação dos adrenoceptores _2. A resposta aos demais agonistas não se altera. Esta alteração na sensibilidade à isoprenalina desencadeada pelo estresse é semelhante ao que ocorre em átrio direito e em tecido adiposo de ratos submetidos ao mesmo protocolo de estresse. Estes resultados indicam que não apenas o cronotropismo mas também o inotropismo cardíaco são afetados pelo estresse o que provavelmente resulta em alterações funcionais cardíacas, de caráter adaptativoFollowing foot shock stress white adipocytes and right atria from male and right atria from female rats sacrificed at diestrous, are supersensitive to the chronotropic effect of isoprenaline. Right atria from female rats are also subsensitive to noradrenaline. In the present study, we investigated whether the inotropic response to B-adrenergic agonists was altered in cardiac tissue from stressed rats. Left atria isolated from control or stressed male Wistar rats submitled to three 30 min foot shock sessions (120 pulses of 1.0 mA and 1.0 s duration, applied at random intervals of 5-25 s) were mounted in organ baths under a tension of 4,9 mN (0,5 gf) and stimulated with pulses of 2 Hz and 5 ms duration at voltage 20% above threshold. Concentration-response curves were obtained for the Badrenoceptor agonists isoprenaline, noradrenaline, TA2005, BRL37344 and CGP12177. Curves were also obtained for isoprenaline and noradrenaline in the presence of the selective antagonist CGP20712A (10, 30 and 100 nM), and for isoprenaline in the presence of the antagonist IC1118,551 (50 nM) or both antagonists. The sensitivity to noradrenaline, TA2005, BRL37344 and CGP12177 was unaltered in atria from foot shock stressed rats. The pD2 for isoprenaline was significantly higher in atria from stressed rats (8.85 :t 0.09) compared to control rats (8.44 :t 0.15; P < 0.05, Student's t-test). Treatment with IC1118,551 (50 nM) abolished this difference (pD2 in the presence of ICI118,551: 8.43:t 0.11 and 8.60:!: 0.11 for atria from control and stressed rats, respectively. The pKs for IC1118.551 was 7.19:t 0.08 in control atria and 7.13:t 0.31 in atria from stressed rats (p > 0.05, Student's t-test). Schild analyses for the antagonism between CGP20712A and isoprenaline or noradrenaline indicated that the B-adrenoceptor population in left atria from control and stressed rats was heterogeneous. We conclude that the supersensitivity of atria from foot shock stressed rats to isoprenaline resulted from an increase in B2-adrenoceptor mediated responses. These results were similar to those previously reported for right atria and adipocytes from rats submitted to the same stress protocol and indicate that not only the cardiac Chronotropism also the inotropism was affected by stress what probably causes. adaptative alterations in the heart functio
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negative Chronotropism positive inotropism and lusitropism of 3 5 di t butyl 4 hydroxyanisole dtbha on rat heart preparations occur through reduction of ryr2 ca2 leak
Biochemical Pharmacology, 2018Co-Authors: Federica Pessina, Alessandra Gamberucci, Jialin Chen, Boyin Liu, Peter Vangheluwe, Beatrice Gorelli, Stefania Lorenzini, Ottavia Spiga, Alfonso Trezza, Giampietro SgaragliAbstract:Abstract 3,5-Di-t-butyl-4-hydroxyanisole (DTBHA) is considered as an activator of the skeletal muscle sarcoplasmic reticulum (SR) Ca2+-uptake, endowed with antioxidant and L-type Ca2+ channel blocking activities. In this study we assessed the cardiac effects of DTBHA on Langendorff perfused rat hearts, isolated rat atria and rat cardiac SR membrane vesicles, as well as on several SERCA isoforms of membrane preparations. Moreover, in order to clarify its molecular mechanism of action Ca2+ imaging experiments were carried out on HEK293 cells transiently transfected with RyR2 channel. Docking of DTBHA at the rat RyR2 protein was investigated in silico. In Langendorff perfused rat hearts, DTBHA significantly increased, in a concentration-dependent manner, left ventricular pressure and diastole duration, while reducing heart rate and the time-constant of isovolumic relaxation, leaving unaltered coronary perfusion pressure. At the maximum concentration tested (30 µM), it significantly prolonged PQ interval, but left the corrected QT intervals unaffected. In spontaneously beating atria, DTBHA decreased sinus rate in a concentration-dependent manner. DTBHA, at concentrations higher than 10 µM, increased Ca2+ uptake in cardiac SR without affecting Ca2+-dependent ATPase activity assayed on several SERCA isoforms. Moreover, DTBHA antagonized thapsigargin-stimulated Ca2+ leak in cardiac SR and reduced caffeine-induced, RyR2-activated Ca2+ release in RyR2 expressing HEK293 cells. Using computational approaches, DTBHA showed a good affinity outline into binding sites of RyR2 protein. In conclusion, DTBHA behaved like a negative chronotropic, a positive inotropic and a lusitropic agent on rat heart preparations and improved cardiac SR Ca2+ uptake by lowering SR Ca2+ leak.