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Martins L. A. R. - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.
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Diversidade genética de Dorstenia elata Hook. (Moraceae) em um fragmento de floresta atlântica
Universidade Federal do Espírito Santo, 2016Co-Authors: Martins L. A. R.Abstract:Dorstenia é o segundo maior gênero da família Moraceae, contendo espécies endêmicas com qualidades medicinais e interesse farmacêutico. No Brasil, estão distribuídas entre os diversos biomas, inclusive na Floresta Atlântica, e são consideradas hotspot da biodiversidade (elevado nível de biodiversidade, endemismo e alto grau de degradação). Contudo, devido a ação humana, esta floresta vem tendo sua estrutura modificada, causando a redução da densidade entre as espécies, afetando o modo de reprodução, polinização e distribuição do fluxo gênico entre e dentro de populações. Estes fatos podem levar a uma diminuição da diversidade genética. Assim, o objetivo do presente trabalho foi caracterizar a diversidade genética entre e dentro de populações de Dosrtenia elata em um remanescente de Floresta Atlântica no estado do Espírito Santo. Foram coletados três agregados de indivíduos de D. elata no Parque Estadual Mata das Flores (Unidade de Conservação), no município de Castelo. Para a caracterização molecular, foram utilizados 12 primers ISSR (Inter Simple Sequence Repeats), onde os dados obtidos foram analisados e submetidos à analises estatísticas referentes a diversidade entre e dentro de populações. Para análises intrapopulacionais, foi calculada a matriz de distância entre pares de indivíduos, realizada o cálculo da correlação cofenética e gerado um dendrograma de agrupamento das populações, que evidenciaram a formação de dois grupos, o primeiro contendo a população 1 e 2, e o segundo contendo a população 3. Isto pode ter ocorrido em virtude da distância geográfica entre as populações amostradas. Para as análises interpopulacionais, foi realizada a análise de variância molecular, calculado o Índice de Shannon, a heterozigosidade total esperada e o fluxo gênico. De acordo com os resultados obtidos, a maior variabilidade genética foi observada dentro das populações, e o fluxo gênico foi alto tanto entre quanto dentro de populações, indicando que não está havendo perda de diversidade genética devido as barreiras antrópicas ou geográficas, e que o método de dispersão tem grande influência na distribuição da diversidade genética em populações de Dorstenia elata. Palavras-chave
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Diversidade genética de Dorstenia elata Hook. (Moraceae) em um fragmento de floresta atlântica
'American Psychological Association (APA)', 2016Co-Authors: Martins L. A. R.Abstract:Made available in DSpace on 2016-08-29T15:36:28Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_8422_Liliana Aparecida R Martins.pdf: 1021901 bytes, checksum: ce88473db29977667009e95cbd575077 (MD5) Previous issue date: 2016-02-02Dorstenia é o segundo maior gênero da família Moraceae, contendo espécies endêmicas com qualidades medicinais e interesse farmacêutico. No Brasil, estão distribuídas entre os diversos biomas, inclusive na Floresta Atlântica, e são consideradas hotspot da biodiversidade (elevado nível de biodiversidade, endemismo e alto grau de degradação). Contudo, devido a ação humana, esta floresta vem tendo sua estrutura modificada, causando a redução da densidade entre as espécies, afetando o modo de reprodução, polinização e distribuição do fluxo gênico entre e dentro de populações. Estes fatos podem levar a uma diminuição da diversidade genética. Assim, o objetivo do presente trabalho foi caracterizar a diversidade genética entre e dentro de populações de Dosrtenia elata em um remanescente de Floresta Atlântica no estado do Espírito Santo. Foram coletados três agregados de indivíduos de D. elata no Parque Estadual Mata das Flores (Unidade de Conservação), no município de Castelo. Para a caracterização molecular, foram utilizados 12 primers ISSR (Inter Simple Sequence Repeats), onde os dados obtidos foram analisados e submetidos à analises estatísticas referentes a diversidade entre e dentro de populações. Para análises intrapopulacionais, foi calculada a matriz de distância entre pares de indivíduos, realizada o cálculo da correlação cofenética e gerado um dendrograma de agrupamento das populações, que evidenciaram a formação de dois grupos, o primeiro contendo a população 1 e 2, e o segundo contendo a população 3. Isto pode ter ocorrido em virtude da distância geográfica entre as populações amostradas. Para as análises interpopulacionais, foi realizada a análise de variância molecular, calculado o Índice de Shannon, a heterozigosidade total esperada e o fluxo gênico. De acordo com os resultados obtidos, a maior variabilidade genética foi observada dentro das populações, e o fluxo gênico foi alto tanto entre quanto dentro de populações, indicando que não está havendo perda de diversidade genética devido as barreiras antrópicas ou geográficas, e que o método de dispersão tem grande influência na distribuição da diversidade genética em populações de Dorstenia elata. Palavras-chave
Fernandes, Alda Francisca Rodrigues De Sousa - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.
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Citogenética e citometria de fluxo de espécies de Dorstenia (Moraceae) endêmicas da Floresta Atlântica
Mestrado em Genética e Melhoramento, 2015Co-Authors: Fernandes, Alda Francisca Rodrigues De SousaAbstract:Moraceae compreende plantas latescentes de porte arbóreo como as figueiras (Ficus), de porte arbustivo como as espécies de Sorocea, ou herbáceas como as espécies de Dorstenia. O gênero Dorstenia é o único herbáceo dentro da família, com cerca de 105 espécies, e possui princípios ativos ligados a diversas funções terapêuticas. Além do uso medicinal, os carapiás, como são conhecidas popularmente as espécies de Dorstenia, também apresentam grande potencial como plantas ornamentais. Alguns estudos envolvendo sistemática, filogenia, molecular e fitoquímica são relatados para algumas espécies de Dorstenia. No entanto, são poucos os relatos a respeito dos dados citogenéticos e conteúdo de DNA no gênero, provavelmente em virtude da dificuldade de encontrar populações naturais em campo e à situação vulnerável que compromete grande parte das espécies. Dados citomorfológicos associados com o valor 2C de DNA podem gerar informações sobre a evolução cromossômica e colaborar com os aspectos sistemáticos e taxonômicos de um grupo. Diante do exposto, o objetivo do presente trabalho foi caracterizar, por meio da citogenética e citometria de fluxo, três espécies de Dorstenia: D. arifolia Lam., D. bonijesu Carauta & C. Valente e D. elata Hook. Para isso, o número cromossômico foi determinado, parâmetros morfométricos e de assimetria intercromossômica (A2) foram estabelecidos e o conteúdo de DNA nuclear foi mensurado. O material vegetal foi coletado em Mata das Flores, ES. Para a citogenética, raízes foram obtidas por meio de sistema hidropônico, tratadas com APM nas concentrações de 3, 4 e 5 μM, por 16 a 18 h e fixadas em metanol: ácido acético (3:1), para posterior digestão, coloração e observação das lâminas. Para citometria de fluxo indivíduos jovens foram coletados. As folhas foram utilizadas como material de análise para xi quantificar o conteúdo de DNA nuclear. A metodologia citogenética possibilitou a obtenção de material adequado para análise. Encontraram-se 32 cromossomos e foi possível montar o primeiro cariograma para as três espécies. Com os dados morfométricos, a classificação dos cromossomos foi determinada e foram confirmadas as diferenças entre os três cariótipos. O índice de assimetria A2 variou entre as espécies: D. bonijesu apresentou A2 = 0,16, seguido por D. arifolia A2 = 0,14 e D. elata A2 = 0,13. As análises de citometria de fluxo possibilitaram mensurar o conteúdo de DNA nuclear de 2C = 3,49 picogramas (pg) para D. elata, 2C = 4,05 pg para D. bonijesu, e 2C = 5,47 pg para D. arifolia. Apesar das três espécies apresentarem o mesmo número de cromossomos (2n = 32), os valores de conteúdo de DNA evidenciados pela citometria de fluxo e os resultados do índice assimétrico foram diferentes. De acordo com os valores de A2 e dados descritos na literatura D. elata pode ser a espécie mais derivada em relação a D. bonijesu e D. arifolia, por possuir o menor índice de assimetria e menor conteúdo de DNA nuclear. Assim, os dados da presente pesquisa permitiram caracterizar, pela primeira vez, três espécies de Dorstenia, contribuindo para diferentes áreas como ecologia, filogenia, sistemática e evolução.Moraceae comprises latescentes plant tree size as the fig trees (Ficus), shrub species as Sorocea, or herbaceous species as Dorstenia species. The Dorstenia is the only herbaceous within the family, with about 105 species, and it has active ingredients linked to several therapeutic functions. Besides the medical use, the "carapiás", as popularly known, the Dorstenia species also have a high potential as ornamental plants. Some studies involving systematic, phylogeny, molecular and phytochemical are reported to some species of Dorstenia. However, there are few reports about the cythogenetic data and DNA content in the gender, probably due to the difficulty to find natural populations in the field and the vulnerable situation that affects most species.Cytomorphological data associated with the DNA 2C value can generate information on the chromosomal evolution and cooperate with systematic and taxonomic aspects of a group. That being said, the objective of this study was to characterize, by using cytogenetics and flow cytometry, three species of Dorstenia:. D. arifolia Lam., D. bonijesu Carauta & C. Valente and D. elata Hook. For this, the chromosomal number was determined, morphometric and intrachromosomal asymmetry (A2) parameters were established and nuclear DNA content was measured. The plant material was collected in Mata das Flores, ES. To cytogenetics, roots were obtained by using the hydroponic system, treated with APM in the concentrations of 3, 4 and 5 uM, for 16 to 18 h and fixed in methanol: acetic acid (3:1), for later digestion, coloring and observation of the slides. For flow cytometry young individuals were colected. The leaves were used as material of analysis to quantify the nuclear DNA content. The Cytogenetic methodology allowed to obtain suitable material for analysis. It was found 32 chromosomes and it was possible to mount the first karyogram to the three species. With the morphometric data, the classification of chromosomes was xiii determined and the differences were confirmed between the three karyotypes. The A2 asymmetry index varied between the species: D. bonijesu showed A2 = 0.16, followed by D. arifolia A2 = 0.14 and D. elata A2 = 0.13. The flow cytometric analysis allowed to measure the nuclear DNA content of 2C = 3.49 picograms (pg) for D. elata, 2C = 4.05 pg for D. bonijesu , and 2C = 5.47 pg for D. arifolia. Despite of the fact that the three species have the same chromosome number (2n = 32), the DNA content values obtained by flow cytometry and the results of the asymmetric index were different. According to the A2 values and data described in the literature D. elata can be the species more derivative in relation to D. bonijesu and D. arifolia, for having the lowest asymmetry index, and the lowest content of nuclear DNA. Therefore, the present research data allowed to characterize, for the first time, three species of Dorstenia, contributing to different areas such as ecology, phylogeny, systematics and evolution.CAPE
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Citogenética e citometria de fluxo de espécies de Dorstenia (Moraceae) endêmicas da Floresta Atlântica
'American Psychological Association (APA)', 2015Co-Authors: Fernandes, Alda Francisca Rodrigues De SousaAbstract:Made available in DSpace on 2016-08-29T15:37:36Z (GMT). No. of bitstreams: 1 tese_8522_Dissertação Final Alda Francisca Rodrigues de Sousa Fernandes20150806-93833.pdf: 1352628 bytes, checksum: 5c09297b08c4059df782f1a6ee8afc62 (MD5) Previous issue date: 2015-02-27CAPESMoraceae compreende plantas latescentes de porte arbóreo como as figueiras (Ficus), de porte arbustivo como as espécies de Sorocea, ou herbáceas como as espécies de Dorstenia. O gênero Dorstenia é o único herbáceo dentro da família, com cerca de 105 espécies, e possui princípios ativos ligados a diversas funções terapêuticas. Além do uso medicinal, os carapiás, como são conhecidas popularmente as espécies de Dorstenia, também apresentam grande potencial como plantas ornamentais. Alguns estudos envolvendo sistemática, filogenia, molecular e fitoquímica são relatados para algumas espécies de Dorstenia. No entanto, são poucos os relatos a respeito dos dados citogenéticos e conteúdo de DNA no gênero, provavelmente em virtude da dificuldade de encontrar populações naturais em campo e à situação vulnerável que compromete grande parte das espécies. Dados citomorfológicos associados com o valor 2C de DNA podem gerar informações sobre a evolução cromossômica e colaborar com os aspectos sistemáticos e taxonômicos de um grupo. Diante do exposto, o objetivo do presente trabalho foi caracterizar, por meio da citogenética e citometria de fluxo, três espécies de Dorstenia: D. arifolia Lam., D. bonijesu Carauta & C. Valente e D. elata Hook. Para isso, o número cromossômico foi determinado, parâmetros morfométricos e de assimetria intercromossômica (A2) foram estabelecidos e o conteúdo de DNA nuclear foi mensurado. O material vegetal foi coletado em Mata das Flores, ES. Para a citogenética, raízes foram obtidas por meio de sistema hidropônico, tratadas com APM nas concentrações de 3, 4 e 5 μM, por 16 a 18 h e fixadas em metanol: ácido acético (3:1), para posterior digestão, coloração e observação das lâminas. Para citometria de fluxo indivíduos jovens foram coletados. As folhas foram utilizadas como material de análise para xi quantificar o conteúdo de DNA nuclear. A metodologia citogenética possibilitou a obtenção de material adequado para análise. Encontraram-se 32 cromossomos e foi possível montar o primeiro cariograma para as três espécies. Com os dados morfométricos, a classificação dos cromossomos foi determinada e foram confirmadas as diferenças entre os três cariótipos. O índice de assimetria A2 variou entre as espécies: D. bonijesu apresentou A2 = 0,16, seguido por D. arifolia A2 = 0,14 e D. elata A2 = 0,13. As análises de citometria de fluxo possibilitaram mensurar o conteúdo de DNA nuclear de 2C = 3,49 picogramas (pg) para D. elata, 2C = 4,05 pg para D. bonijesu, e 2C = 5,47 pg para D. arifolia. Apesar das três espécies apresentarem o mesmo número de cromossomos (2n = 32), os valores de conteúdo de DNA evidenciados pela citometria de fluxo e os resultados do índice assimétrico foram diferentes. De acordo com os valores de A2 e dados descritos na literatura D. elata pode ser a espécie mais derivada em relação a D. bonijesu e D. arifolia, por possuir o menor índice de assimetria e menor conteúdo de DNA nuclear. Assim, os dados da presente pesquisa permitiram caracterizar, pela primeira vez, três espécies de Dorstenia, contribuindo para diferentes áreas como ecologia, filogenia, sistemática e evolução.Moraceae comprises latescentes plant tree size as the fig trees (Ficus), shrub species as Sorocea, or herbaceous species as Dorstenia species. The Dorstenia is the only herbaceous within the family, with about 105 species, and it has active ingredients linked to several therapeutic functions. Besides the medical use, the "carapiás", as popularly known, the Dorstenia species also have a high potential as ornamental plants. Some studies involving systematic, phylogeny, molecular and phytochemical are reported to some species of Dorstenia. However, there are few reports about the cythogenetic data and DNA content in the gender, probably due to the difficulty to find natural populations in the field and the vulnerable situation that affects most species.Cytomorphological data associated with the DNA 2C value can generate information on the chromosomal evolution and cooperate with systematic and taxonomic aspects of a group. That being said, the objective of this study was to characterize, by using cytogenetics and flow cytometry, three species of Dorstenia:. D. arifolia Lam., D. bonijesu Carauta & C. Valente and D. elata Hook. For this, the chromosomal number was determined, morphometric and intrachromosomal asymmetry (A2) parameters were established and nuclear DNA content was measured. The plant material was collected in Mata das Flores, ES. To cytogenetics, roots were obtained by using the hydroponic system, treated with APM in the concentrations of 3, 4 and 5 uM, for 16 to 18 h and fixed in methanol: acetic acid (3:1), for later digestion, coloring and observation of the slides. For flow cytometry young individuals were colected. The leaves were used as material of analysis to quantify the nuclear DNA content. The Cytogenetic methodology allowed to obtain suitable material for analysis. It was found 32 chromosomes and it was possible to mount the first karyogram to the three species. With the morphometric data, the classification of chromosomes was xiii determined and the differences were confirmed between the three karyotypes. The A2 asymmetry index varied between the species: D. bonijesu showed A2 = 0.16, followed by D. arifolia A2 = 0.14 and D. elata A2 = 0.13. The flow cytometric analysis allowed to measure the nuclear DNA content of 2C = 3.49 picograms (pg) for D. elata, 2C = 4.05 pg for D. bonijesu , and 2C = 5.47 pg for D. arifolia. Despite of the fact that the three species have the same chromosome number (2n = 32), the DNA content values obtained by flow cytometry and the results of the asymmetric index were different. According to the A2 values and data described in the literature D. elata can be the species more derivative in relation to D. bonijesu and D. arifolia, for having the lowest asymmetry index, and the lowest content of nuclear DNA. Therefore, the present research data allowed to characterize, for the first time, three species of Dorstenia, contributing to different areas such as ecology, phylogeny, systematics and evolution
Romaniuc Sergio - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.
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Figure 2 from: Santos A, Romaniuc S (2012) A new species of Dorstenia (Moraceae) from southeastern Brazil. PhytoKeys 12: 47-51. https://doi.org/10.3897/phytokeys.12.2772
2012Co-Authors: Santos Alessandra, Romaniuc SergioAbstract:Figure 2 - Dorstenia stellaris inflorescence, detail of coenanthium (photo: A. Santos 2011)
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Figure 1 from: Santos A, Romaniuc S (2012) A new species of Dorstenia (Moraceae) from southeastern Brazil. PhytoKeys 12: 47-51. https://doi.org/10.3897/phytokeys.12.2772
2012Co-Authors: Santos Alessandra, Romaniuc SergioAbstract:Figure 1 - Dorstenia stellaris A.Sant. & Romaniuc A habit B ciliate stipule C stellate coenanthium D inflorescence, detail of coenanthium fringes and bracts on the angles of the coenanthium margin. (A. Santos et al. 142)
Santos Alessandra - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.
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Figure 2 from: Santos A, Romaniuc S (2012) A new species of Dorstenia (Moraceae) from southeastern Brazil. PhytoKeys 12: 47-51. https://doi.org/10.3897/phytokeys.12.2772
2012Co-Authors: Santos Alessandra, Romaniuc SergioAbstract:Figure 2 - Dorstenia stellaris inflorescence, detail of coenanthium (photo: A. Santos 2011)
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Figure 1 from: Santos A, Romaniuc S (2012) A new species of Dorstenia (Moraceae) from southeastern Brazil. PhytoKeys 12: 47-51. https://doi.org/10.3897/phytokeys.12.2772
2012Co-Authors: Santos Alessandra, Romaniuc SergioAbstract:Figure 1 - Dorstenia stellaris A.Sant. & Romaniuc A habit B ciliate stipule C stellate coenanthium D inflorescence, detail of coenanthium fringes and bracts on the angles of the coenanthium margin. (A. Santos et al. 142)
Maria Auxiliadora Coelho Kaplan - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.
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triterpene esters natural products from Dorstenia arifolia moraceae
Molecules, 2013Co-Authors: Catharina E Fingolo, Thabata De S Santos, Marcelo Vianna D M Filho, Maria Auxiliadora Coelho KaplanAbstract:Abstract: The phytochemical study of Dorstenia arifolia Lam. (Moraceae) has led to the identification of 18 triterpenes esterified by fatty acids, five triterpenes without esterification, 12 triterpenes esterified by acetic acid, together with a known furanocoumarin: α-amyrin ( 1 ), β-amyrin ( 2 ) α-amyrin acetate ( 3 ) β-amyrin acetate ( 4 ), α-amyrin octanoate ( 5 ), β-amyrin octanoate ( 6 ), α-amyrin decanoate ( 7 ), β-amyrin decanoate ( 8 ), α-amyrin dodecanoate ( 9 ), β-amyrin dodecanoate ( 10 ), α-amyrin tetradecanoate ( 11 ), β-amyrin tetradecanoate ( 12 ), α-amyrin hexadecanoate ( 13 ), β-amyrin hexadecanoate ( 14 ), glutinol ( 15 ), glutinyl acetate ( 16 ), 11-oxo-α-amyrin ( 17 ), 11-oxo-β-amyrin ( 18 ), 11-oxo-α-amyrin acetate ( 19 ), 11-oxo-β-amyrin acetate ( 20 ) 11-oxo-α-amyrin octanoate ( 21 ) 11-oxo-β-amyrin octanoate ( 22 ), 11-oxo-α-amyrin decanoate ( 23 ), 11-oxo-β-amyrin decanoate ( 24 ) 11-oxo-α-amyrin dodecanoate ( 25 ) 11-oxo-β-amyrin dodecanoate ( 26 ), ursa-9(11),12-dien-3-yl acetate (