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Laura Maria Andrade Oliveira - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.

  • assessment of vaginal microbiota in brazilian women with and without bacterial vaginosis and comparison with nugent score
    Journal of Infection in Developing Countries, 2018
    Co-Authors: Laura Maria Andrade Oliveira, Claudio Galuppo Diniz, Aline Augusta Sampaio Fernandes, Daniele Maria Knupp Souzasotte, Michelle Cristine Ribeiro Freitas, Alessandra Barbosa Ferreira Machado, Vania L Silva
    Abstract:

    INTRODUCTION Bacterial vaginosis (BV) is characterized by the depletion of Lactobacillus spp. population and increase of other species, especially Gardnerella vaginalis and Atopobium vaginae. This study aimed to investigate the vaginal microbiota structure of Brazilian women with and without BV according to Nugent Score and to assess the correlation among Nugent score and the quantification of BV-associated bacteria. METHODOLOGY Polymerase Chain Reaction-Denaturing Gradient Gel Electrophoresis (PCR-DGGE) assay was employed to characterize the vaginal microbiota structure. Quantification of Lactobacillus spp., G. vaginalis, A. vaginae, Mobiluncus sp. and M. hominis were determined by quantitative real-time PCR (qPCR). RESULTS Clustering by PCR-DGGE revealed differences in microbial structure of the different patient groups. Gardnerella vaginalis, A. vaginae, M. hominis and Mobiluncus sp. were detected at high loads in BV-associated microbiota. Quantification of Lactobacillus spp. showed an inverse correlation with Nugent score while the loads of G. vaginalis, A. vaginae, M. hominis and Mobiluncus sp. indicated a direct correlation with this method. CONCLUSIONS Despite Nugent score is considered the gold standard for BV diagnosis, qPCR stands out as a useful tool for bacteria quantification and an alternative for BV diagnosis. Vaginal microbiota is a complex microbial community although there is a common core among BV and non-BV women. Investigation of vaginal microbiota structure may contribute to the development of tools for diagnosis improvement and therapeutic regimen optimization.

  • diversidade bacteriana e determinacao da carga de gardnerella vaginalis atopobium vaginae Mobiluncus spp mycoplasma hominis e lactobacillus spp em amostras de secrecao vaginal de mulheres com e sem diagnostico clinico de vaginose bacteriana
    2014
    Co-Authors: Laura Maria Andrade Oliveira
    Abstract:

    A microbiota vaginal e considerada um ambiente complexo, onde varias especies bacterianas coexistem e desenvolvem complexas relacoes. Vaginose bacteriana (VB) e uma sindrome caracterizada por uma deplecao de especies de Lactobacillus predominantes na microbiota vaginal saudavel e um aumento de outras especies, principalmente Gardnerella vaginalis e Atopobium vaginae. O objetivo desse trabalho foi avaliar a microbiota vaginal de pacientes com e sem VB, atendidas no servico de ginecologia do SUS e da rede privada de Juiz de Fora/MG, quanto a sua diversidade bacteriana e quantificar os principais generos e especies envolvidos na patogenese da doenca. Secrecao vaginal de pacientes com e sem VB foram coletadas e transportadas para o laboratorio, em meio especifico. Lâminas foram coradas pelo metodo de Gram, a fim de estabelecer o escore de Nugent para avaliacao das pacientes entre saudaveis e doentes. O DNA total das secrecoes foi extraido e PCR quantitativa (qPCR) em tempo real foi realizada, utilizando primers especificos para Lactobacillus spp., G. vaginalis, A. vaginae, Mobiluncus spp. e Mycoplasma hominis. A partir do DNA total extraido tambem foi realizada PCR convencional utilizando primers especificos para Dominio Bacteria e os filos Actinobacteria e Firmicutes, e em seguida foi realizada tecnica de Eletroforese em Gel com Gradiente Desnaturante (DGGE). Foi realizada tambem a tecnica de Hibridizacao Fluorescente in situ (FISH), para identificacao e quantificacao de bacterias pertencentes aos filos Actinobacteria, Firmicutes, α-Proteobacteria, β-Proteobacteria e γ-Proteobacteria. Entre os grupos saudavel e doente (VB) foi observada diferenca estatisticamente significativa na quantificacao de Lactobacillus spp., G. vaginalis, A. vaginae, Mobiluncus spp. e M. hominis. Lactobacillus spp. esteve presente em maior concentracao no grupo saudavel enquanto que G. vaginalis, A. vaginae, Mobiluncus spp. e M. hominis estiveram presentes em maior concentracao no grupo doente (VB). De um modo geral, a concentracao de G. vaginalis e Mobiluncus spp. elevou-se com o aumento do escore de Nugent; em contrapartida, a concentracao de Lactobacillus spp., decresceu com o aumento do escore de Nugent. A analise de agrupamento mostrou que, com algumas excecoes, os perfis de pacientes apresentando o mesmo status de saude tenderam a se agrupar juntos, porem em clusters separados e que os agrupamentos parecem ser regidos pelo status de saude das pacientes. As variaveis riqueza e diversidade revelaram perfis complexos entre as amostras e a analise de componente principal (PCA) mostrou que as amostras dentro do grupo VB tenderam a se agrupar na analise dos filos Actinobacteria e Firmicutes. Nao foi observada diferenca estatisticamente significativa entre os grupos saudavel e doente (VB) em relacao a quantificacao dos filos Actinobacteria, Firmicutes, α-Proteobacteria, β-Proteobacteria e γ-Proteobacteria. O uso combinado das tecnicas DGGE, FISH e PCR quantitativa em tempo real representam uma estrategia bem sucedida para o monitoramento qualitativo e quantitativo de alteracoes na microbiota vaginal relacionadas a doencas infecciosas, como a vaginose bacteriana. Tal fato pode contribuir tanto para o desenvolvimento de ferramentas que auxiliem no diagnostico de mulheres acometidas pela VB, especialmente as pacientes assintomaticas, e tambem pode contribuir com a melhoria e otimizacao dos regimes terapeuticos adotados na pratica clinica para o tratamento da VB.

  • Diversidade bacteriana e determinação da carga de Gardnerella vaginalis, Atopobium vaginae, Mobiluncus spp., Mycoplasma hominis e Lactobacillus spp. em amostras de secreção vaginal de mulheres com e sem diagnóstico clínico de vaginose bacteriana
    Universidade Federal de Juiz de Fora, 2014
    Co-Authors: Laura Maria Andrade Oliveira
    Abstract:

    A microbiota vaginal é considerada um ambiente complexo, onde várias espécies bacterianas coexistem e desenvolvem complexas relações. Vaginose bacteriana (VB) é uma síndrome caracterizada por uma depleção de espécies de Lactobacillus predominantes na microbiota vaginal saudável e um aumento de outras espécies, principalmente Gardnerella vaginalis e Atopobium vaginae. O objetivo desse trabalho foi avaliar a microbiota vaginal de pacientes com e sem VB, atendidas no serviço de ginecologia do SUS e da rede privada de Juiz de Fora/MG, quanto a sua diversidade bacteriana e quantificar os principais gêneros e espécies envolvidos na patogênese da doença. Secreção vaginal de pacientes com e sem VB foram coletadas e transportadas para o laboratório, em meio específico. Lâminas foram coradas pelo método de Gram, a fim de estabelecer o escore de Nugent para avaliação das pacientes entre saudáveis e doentes. O DNA total das secreções foi extraído e PCR quantitativa (qPCR) em tempo real foi realizada, utilizando primers específicos para Lactobacillus spp., G. vaginalis, A. vaginae, Mobiluncus spp. e Mycoplasma hominis. A partir do DNA total extraído também foi realizada PCR convencional utilizando primers específicos para Domínio Bacteria e os filos Actinobacteria e Firmicutes, e em seguida foi realizada técnica de Eletroforese em Gel com Gradiente Desnaturante (DGGE). Foi realizada também a técnica de Hibridização Fluorescente in situ (FISH), para identificação e quantificação de bactérias pertencentes aos filos Actinobacteria, Firmicutes, α-Proteobactéria, β-Proteobactéria e γ-Proteobactéria. Entre os grupos saudável e doente (VB) foi observada diferença estatisticamente significativa na quantificação de Lactobacillus spp., G. vaginalis, A. vaginae, Mobiluncus spp. e M. hominis. Lactobacillus spp. esteve presente em maior concentração no grupo saudável enquanto que G. vaginalis, A. vaginae, Mobiluncus spp. e M. hominis estiveram presentes em maior concentração no grupo doente (VB). De um modo geral, a concentração de G. vaginalis e Mobiluncus spp. elevou-se com o aumento do escore de Nugent; em contrapartida, a concentração de Lactobacillus spp., decresceu com o aumento do escore de Nugent. A análise de agrupamento mostrou que, com algumas exceções, os perfis de pacientes apresentando o mesmo status de saúde tenderam a se agrupar juntos, porém em clusters separados e que os agrupamentos parecem ser regidos pelo status de saúde das pacientes. As variáveis riqueza e diversidade revelaram perfis complexos entre as amostras e a análise de componente principal (PCA) mostrou que as amostras dentro do grupo VB tenderam a se agrupar na análise dos filos Actinobacteria e Firmicutes. Não foi observada diferença estatisticamente significativa entre os grupos saudável e doente (VB) em relação a quantificação dos filos Actinobacteria, Firmicutes, α-Proteobactéria, β-Proteobactéria e γ-Proteobactéria. O uso combinado das técnicas DGGE, FISH e PCR quantitativa em tempo real representam uma estratégia bem sucedida para o monitoramento qualitativo e quantitativo de alterações na microbiota vaginal relacionadas a doenças infecciosas, como a vaginose bacteriana. Tal fato pode contribuir tanto para o desenvolvimento de ferramentas que auxiliem no diagnóstico de mulheres acometidas pela VB, especialmente as pacientes assintomáticas, e também pode contribuir com a melhoria e otimização dos regimes terapêuticos adotados na prática clínica para o tratamento da VB.The vaginal microbiota is considered a complex environment where several bacterial species coexist and develop complex relationships. Bacterial vaginosis (BV) is a syndrome characterized by a depletion of Lactobacillus species prevalent in healthy vaginal microbiota and an increase in other species, especially Gardnerella vaginalis and Atopobium vaginae. The aim of this study was to evaluate the vaginal microbiota of patients with and without BV, attended at the gynecology service of the SUS and the private service of health of Juiz de Fora/MG, as its bacterial diversity and quantify the major genera and species involved in the disease pathogenesis. Vaginal secretions of patients with and without BV were collected and transported to the laboratory in a specific medium. Slides were stained by the Gram method in order to establish the Nugent Score for evaluation of patients between healthy and sick. The total DNA of secretions was extracted and Real-time Polymerase Chain Reaction (qPCR) was performed using specific primers for Lactobacillus spp., G. vaginalis, A. vaginae, Mobiluncus spp. and Mycoplasma hominis. From the total DNA extracted from conventional PCR also was performed using specific primers to Bacteria domain and Actinobacteria and Firmicutes phyla, and then Denaturing Gradient Gel Electrophoresis (DGGE) was performed. The identification and quantification of bacteria belonging to the phyla Actinobacteria, Firmicutes, α-Proteobacteria, β-Proteobacteria and γ-Proteobacteria were performed by the technique of Fluorescence in situ Hybridization (FISH). Among the healthy and diseased (VB) groups statistically significant difference was observed in the quantification of Lactobacillus spp., G. vaginalis, A. vaginae, Mobiluncus spp. and M. hominis. Lactobacillus spp. was present in higher concentration in the healthy group while G. vaginalis, A. vaginae, Mobiluncus spp. and M. hominis were present in higher concentrations in the patient group (VB). In general, the concentration of G. vaginalis, and Mobiluncus spp. increased with the increment in the Nugent Score; however, the concentration of Lactobacillus spp decreased with the raise of the Nugent score. The cluster analyses showed that, with few exceptions, the profiles from patients with the same health status grouped together in separate clusters and there was a distinct separation based on the health status of the patients. The richness and diversity showed complex profiles and principal component analysis (PCA) showed that the samples within the VB group grouped together on the analysis of the phyla Firmicutes and Actinobacteria. No statistically significant difference was observed between healthy and diseased groups (VB) for quantification of the phyla Actinobacteria, Firmicutes, α-Proteobacteria, β-Proteobacteria and γ-Proteobacteria. The combined use of techniques DGGE, FISH and real-time quantitative PCR represent a successful strategy for qualitative and quantitative monitoring of changes in vaginal microbiota related to infectious diseases such as Bacterial Vaginosis.This may contribute to both the development of tools that aid in the diagnosis of women affected by BV, especially asymptomatic patients, and may also contribute to the improvement and optimization of therapeutic regimes adopted in clinical practice for the treatment of BV

  • Diversidade bacteriana e determinação da carga de Gardnerella vaginalis, Atopobium vaginae, Mobiluncus spp., Mycoplasma hominis e Lactobacillus spp. em amostras de secreção vaginal de mulheres com e sem diagnóstico clínico de vaginose bacteriana
    'Revista Educacao em Foco (UFJF)', 2014
    Co-Authors: Laura Maria Andrade Oliveira
    Abstract:

    The vaginal microbiota is considered a complex environment where several bacterial species coexist and develop complex relationships. Bacterial vaginosis (BV) is a syndrome characterized by a depletion of Lactobacillus species prevalent in healthy vaginal microbiota and an increase in other species, especially Gardnerella vaginalis and Atopobium vaginae. The aim of this study was to evaluate the vaginal microbiota of patients with and without BV, attended at the gynecology service of the SUS and the private service of health of Juiz de Fora/MG, as its bacterial diversity and quantify the major genera and species involved in the disease pathogenesis. Vaginal secretions of patients with and without BV were collected and transported to the laboratory in a specific medium. Slides were stained by the Gram method in order to establish the Nugent Score for evaluation of patients between healthy and sick. The total DNA of secretions was extracted and Real-time Polymerase Chain Reaction (qPCR) was performed using specific primers for Lactobacillus spp., G. vaginalis, A. vaginae, Mobiluncus spp. and Mycoplasma hominis. From the total DNA extracted from conventional PCR also was performed using specific primers to Bacteria domain and Actinobacteria and Firmicutes phyla, and then Denaturing Gradient Gel Electrophoresis (DGGE) was performed. The identification and quantification of bacteria belonging to the phyla Actinobacteria, Firmicutes, α-Proteobacteria, β-Proteobacteria and γ-Proteobacteria were performed by the technique of Fluorescence in situ Hybridization (FISH). Among the healthy and diseased (VB) groups statistically significant difference was observed in the quantification of Lactobacillus spp., G. vaginalis, A. vaginae, Mobiluncus spp. and M. hominis. Lactobacillus spp. was present in higher concentration in the healthy group while G. vaginalis, A. vaginae, Mobiluncus spp. and M. hominis were present in higher concentrations in the patient group (VB). In general, the concentration of G. vaginalis, and Mobiluncus spp. increased with the increment in the Nugent Score; however, the concentration of Lactobacillus spp decreased with the raise of the Nugent score. The cluster analyses showed that, with few exceptions, the profiles from patients with the same health status grouped together in separate clusters and there was a distinct separation based on the health status of the patients. The richness and diversity showed complex profiles and principal component analysis (PCA) showed that the samples within the VB group grouped together on the analysis of the phyla Firmicutes and Actinobacteria. No statistically significant difference was observed between healthy and diseased groups (VB) for quantification of the phyla Actinobacteria, Firmicutes, α-Proteobacteria, β-Proteobacteria and γ-Proteobacteria. The combined use of techniques DGGE, FISH and real-time quantitative PCR represent a successful strategy for qualitative and quantitative monitoring of changes in vaginal microbiota related to infectious diseases such as Bacterial Vaginosis.This may contribute to both the development of tools that aid in the diagnosis of women affected by BV, especially asymptomatic patients, and may also contribute to the improvement and optimization of therapeutic regimes adopted in clinical practice for the treatment of BV.A microbiota vaginal é considerada um ambiente complexo, onde várias espécies bacterianas coexistem e desenvolvem complexas relações. Vaginose bacteriana (VB) é uma síndrome caracterizada por uma depleção de espécies de Lactobacillus predominantes na microbiota vaginal saudável e um aumento de outras espécies, principalmente Gardnerella vaginalis e Atopobium vaginae. O objetivo desse trabalho foi avaliar a microbiota vaginal de pacientes com e sem VB, atendidas no serviço de ginecologia do SUS e da rede privada de Juiz de Fora/MG, quanto a sua diversidade bacteriana e quantificar os principais gêneros e espécies envolvidos na patogênese da doença. Secreção vaginal de pacientes com e sem VB foram coletadas e transportadas para o laboratório, em meio específico. Lâminas foram coradas pelo método de Gram, a fim de estabelecer o escore de Nugent para avaliação das pacientes entre saudáveis e doentes. O DNA total das secreções foi extraído e PCR quantitativa (qPCR) em tempo real foi realizada, utilizando primers específicos para Lactobacillus spp., G. vaginalis, A. vaginae, Mobiluncus spp. e Mycoplasma hominis. A partir do DNA total extraído também foi realizada PCR convencional utilizando primers específicos para Domínio Bacteria e os filos Actinobacteria e Firmicutes, e em seguida foi realizada técnica de Eletroforese em Gel com Gradiente Desnaturante (DGGE). Foi realizada também a técnica de Hibridização Fluorescente in situ (FISH), para identificação e quantificação de bactérias pertencentes aos filos Actinobacteria, Firmicutes, α-Proteobactéria, β-Proteobactéria e γ-Proteobactéria. Entre os grupos saudável e doente (VB) foi observada diferença estatisticamente significativa na quantificação de Lactobacillus spp., G. vaginalis, A. vaginae, Mobiluncus spp. e M. hominis. Lactobacillus spp. esteve presente em maior concentração no grupo saudável enquanto que G. vaginalis, A. vaginae, Mobiluncus spp. e M. hominis estiveram presentes em maior concentração no grupo doente (VB). De um modo geral, a concentração de G. vaginalis e Mobiluncus spp. elevou-se com o aumento do escore de Nugent; em contrapartida, a concentração de Lactobacillus spp., decresceu com o aumento do escore de Nugent. A análise de agrupamento mostrou que, com algumas exceções, os perfis de pacientes apresentando o mesmo status de saúde tenderam a se agrupar juntos, porém em clusters separados e que os agrupamentos parecem ser regidos pelo status de saúde das pacientes. As variáveis riqueza e diversidade revelaram perfis complexos entre as amostras e a análise de componente principal (PCA) mostrou que as amostras dentro do grupo VB tenderam a se agrupar na análise dos filos Actinobacteria e Firmicutes. Não foi observada diferença estatisticamente significativa entre os grupos saudável e doente (VB) em relação a quantificação dos filos Actinobacteria, Firmicutes, α-Proteobactéria, β-Proteobactéria e γ-Proteobactéria. O uso combinado das técnicas DGGE, FISH e PCR quantitativa em tempo real representam uma estratégia bem sucedida para o monitoramento qualitativo e quantitativo de alterações na microbiota vaginal relacionadas a doenças infecciosas, como a vaginose bacteriana. Tal fato pode contribuir tanto para o desenvolvimento de ferramentas que auxiliem no diagnóstico de mulheres acometidas pela VB, especialmente as pacientes assintomáticas, e também pode contribuir com a melhoria e otimização dos regimes terapêuticos adotados na prática clínica para o tratamento da VB.CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superio

Consolaro, Marcia Edilaine Lopes - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.

  • Estudo das Inflamações e Infecções Cérvico-Vaginais Diagnosticadas pela Citologia
    Arquivos de Ciências da Saúde da UNIPAR, 2008
    Co-Authors: Chiuchetta, Giselle Itália Ruggeri, Ruggeri, Léo Sérgio, Piva Sérgio, Consolaro, Marcia Edilaine Lopes
    Abstract:

    A citologia de Papanicolaou tem papel importante no reconhecimento das lesões inflamatórias do sistema genital feminino. Ela permite avaliar a intensidade da reação inflamatória, acompanhar sua evolução e, em certos casos, determinar o agente causal. Desta forma, este trabalho objetivou determinar a freqüência de inflamações inespecíficas e infecciosas, bem como dos agentes etiológicos presentes nos exames citológicos analisados. Foi realizado um levantamento dos resultados de exames de Colpocitologia Oncótica realizados no período de 01 de julho de 1998 a 31 de julho de 1999 pelo Laboratório de Análises Clínicas São Camilo de Maringá-PR. Foram realizados 12.014 exames colpocitológicos, dos quais 8.219 (68,41%) foram casos inflamatórios, sendo 6.986 (58,15%) inflamatórios inespecíficos e 1.233 (10,26%) infecciosos. Candida sp foi o agente mais frequentemente encontrado, representando 61,31% dos casos infecciosos e 6,30% do total de exames analisados; em seguida observou-se: Gardnerella vaginalis (30,17% e 3,06%), Mobiluncus sp (3,65% e 0,37%), Leptothrix vaginalis (2,75% e 0,28%), Trichomonas vaginalis (1,70% e 0,18%), Herpex vírus (0,40% e 0,04%) e Chlamydia sp (0,32% e 0,03%). A freqüência de inflamações em geral no Laboratório São Camilo foi superior à citada pela literatura. A detecção citológica de Candida sp, Gardnerella vaginalis e Leptothrix vaginalis foi bastante satisfatória, sendo semelhante ao citado por outros autores. Para Mobiluncus sp e Trichomonas vaginalis a freqüência diagnóstica foi inferior a da literatura. O diagnóstico citológico de Chlamydia sp mostrou-se deficiente. O presente trabalho deve ser continuado para realizar estudos comparativos entre a citologia e outros métodos diagnósticos para microrganismos infecciosos cérvico-vaginais

  • Estudo das Inflamações e Infecções Cérvico-Vaginais Diagnosticadas pela Citologia
    UNIPAR, 2008
    Co-Authors: Chiuchetta, Giselle Itália Ruggeri, Ruggeri, Léo Sérgio, Piva Sérgio, Consolaro, Marcia Edilaine Lopes
    Abstract:

    A citologia de Papanicolaou tem papel importante no reconhecimento das leses inflamatrias do sistema genital feminino. Ela permite avaliar a intensidade da reao inflamatria, acompanhar sua evoluo e, em certos casos, determinar o agente causal. Desta forma, este trabalho objetivou determinar a freqncia de inflamaes inespecficas e infecciosas, bem como dos agentes etiolgicos presentes nos exames citolgicos analisados. Foi realizado um levantamento dos resultados de exames de Colpocitologia Onctica realizados no perodo de 01 de julho de 1998 a 31 de julho de 1999 pelo Laboratrio de Anlises Clnicas So Camilo de Maring-PR. Foram realizados 12.014 exames colpocitolgicos, dos quais 8.219 (68,41%) foram casos inflamatrios, sendo 6.986 (58,15%) inflamatrios inespecficos e 1.233 (10,26%) infecciosos. Candida sp foi o agente mais frequentemente encontrado, representando 61,31% dos casos infecciosos e 6,30% do total de exames analisados; em seguida observou-se: Gardnerella vaginalis (30,17% e 3,06%), Mobiluncus sp (3,65% e 0,37%), Leptothrix vaginalis (2,75% e 0,28%), Trichomonas vaginalis (1,70% e 0,18%), Herpex vrus (0,40% e 0,04%) e Chlamydia sp (0,32% e 0,03%). A freqncia de inflamaes em geral no Laboratrio So Camilo foi superior citada pela literatura. A deteco citolgica de Candida sp, Gardnerella vaginalis e Leptothrix vaginalis foi bastante satisfatria, sendo semelhante ao citado por outros autores. Para Mobiluncus sp e Trichomonas vaginalis a freqncia diagnstica foi inferior a da literatura. O diagnstico citolgico de Chlamydia sp mostrou-se deficiente. O presente trabalho deve ser continuado para realizar estudos comparativos entre a citologia e outros mtodos diagnsticos para microrganismos infecciosos crvico-vaginais

  • Bactérias do Trato Genital Feminino Detectadas Pela Colpocitologia
    UNIPAR, 2008
    Co-Authors: Consolaro, Marcia Edilaine Lopes, Suzuki, Linda Emiko
    Abstract:

    A vagina possui flora bacteriana natural abundante, composta de uma mistura de microorganismos aerbios e anaerbios que podem causar inflamao. Embora muitos destes microorganismos sejam considerados patgenos, sua mera presena no indica necessariamente infeco. Apesar da inquestionvel importncia diagnstica da colpocitologia na deteco de bactrias da flora vaginal normal ou distrbios desta, escassas so as referncias completas sobre este tema, fatos estes que motivaram a realizao de uma reviso na literatura sobre as bactrias do trato genital feminino que podem ser detectadas pela citologia. Tal reviso copreende: bactrias aerbias-lactobacilos, cocos gram positivos e negativos, coliformes e bacilos difterides; e bactrias anaerbias- Gardnerella vaginalis, Mobiluncus sp., Actinomyces sp., Fusobacterium sp. e Leptothrix vaginalis. Discute-se ainda a aplicao dos termos vaginites e vaginoses bacterianas. Conclue-se com o presente trabalho que o conhecimento das bactrias que podem ser encontradas colonizando o sistema genital feminino, de maneira normal ou no, so relevantes para o diagnstico copocitolgico das vaginoses e vaginites. A anlise crtica quanto ao potencial infeccioso dos microorganismos em questo bemcomo das alteraoes de esfregao por eles induzidas so tambm de fundamental importncia

  • Vaginose Bacteriana na Colpocitologia
    UNIPAR, 2008
    Co-Authors: Consolaro, Marcia Edilaine Lopes, Suzuki, Linda Emiko
    Abstract:

    A flora vaginal representa um ecossistema dinmico influenciado por fatores diversos, existindo mecanismos desconhecidos que alteram esta flora, desencadeando distrbios como vaginoses bacterianas. Este trabalho teve como objetivo avaliar a incidncia de vaginoses bacterianas detectadas por colpocitologia na populao atendida pelo Setor de Citologia Clnica do Laboratrio de Ensino e Pesquisa em Anlises Clnicas (LEPAC) da Universidade Estadual de Maring (UEM)-Paran, que atende pacientes particulares, de convnios e do SUS de Maring e regio, bem como funcionrios da prpria Universidade. Foram analisadas 5665 amostras colpocitolgicas coradas pelo Mtodo de Papanicolaou, no perodo de agosto de 1992 a julho de 1997. Do total de amostras analisadas, 12,3% apresentaram vaginose bacteriana, sendo que Flora Mista representou 5,45%, Gardnerella vaginalis 4,54%, Mobiluncus sp 1,23%, Fusobacterium sp 0,33%, Leptothrix vaginalis 0,18%, Cocos 0,11% e Actinomyces sp 0,05%. Tais resultados esto em concordncia com a literatura analisada. Pode-se concluir que a anlise da morfologia bacteriana em esfregaos corados pelo Mtodo de Papanicolaou funciona como um mtodo de triagem e importante indicativo de vaginose bacteriana, evitando desta forma a realizao de culturas bacterianas desnecessrias

Nuno Cerca - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.

  • bacterial vaginosis biofilms challenges to current therapies and emerging solutions
    Frontiers in Microbiology, 2016
    Co-Authors: Daniela Machado, Joana Vaz De Castro, Ana Palmeiradeoliveira, Jose Martinezdeoliveira, Nuno Cerca
    Abstract:

    Bacterial vaginosis (BV) is the most common genital tract infection in women during their reproductive years and it has been associated with serious health complications, such as preterm delivery and acquisition or transmission of several sexually transmitted agents. BV is characterized by a reduction of beneficial lactobacilli and a significant increase in number of anaerobic bacteria, including Gardnerella vaginalis, Atopobium vaginae, Mobiluncus spp., Bacteroides spp. and Prevotella spp.. Being polymicrobial in nature, BV etiology remains unclear. However, it is certain that BV involves the presence of a thick vaginal multi-species biofilm, where G. vaginalis is the predominant species. Similar to what happens in many other biofilm-related infections, standard antibiotics, like metronidazole, are unable to fully eradicate the vaginal biofilm, which can explain the high recurrence rates of BV. Furthermore, antibiotic therapy can also cause a negative impact on the healthy vaginal microflora. These issues sparked the interest in developing alternative therapeutic strategies. This review provides a quick synopsis of the currently approved and available antibiotics for BV treatment while presenting an overview of novel strategies that are being explored for the treatment of this disorder, with special focus on natural compounds that are able to overcome biofilm-associated antibiotic resistance.

  • influence of biofilm formation by gardnerella vaginalis and other anaerobes on bacterial vaginosis
    The Journal of Infectious Diseases, 2015
    Co-Authors: Antonio Machado, Nuno Cerca
    Abstract:

    Bacterial vaginosis (BV) is the worldwide leading vaginal disorder among women of reproductive age. BV is characterized by the replacement of beneficial lactobacilli and the augmentation of anaerobic bacteria. Gardnerella vaginalis is a predominant bacterial species, but BV is also associated with other numerous anaerobes, such as Atopobium vaginae, Mobiluncus mulieris, Prevotella bivia, Fusobacterium nucleatum, and Peptoniphilus species. Currently, the role of G. vaginalis in the etiology of BV remains a matter of controversy. However, it is known that, in patients with BV, a biofilm is usually formed on the vaginal epithelium and that G. vaginalis is typically the predominant species. So, the current paradigm is that the establishment of a biofilm plays a key role in the pathogenesis of BV. This review provides background on the influence of biofilm formation by G. vaginalis and other anaerobes, from the time of their initial adhesion until biofilm formation, in the polymicrobial etiology of BV and discusses the commensal and synergic interactions established between them to understand the phenotypic shift of G. vaginalis biofilm formation to BV establishment.

Stinghen, Andréa Emilia Marques - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.

  • Método de Papanicolaou em amostras cérvico-vaginais
    2013
    Co-Authors: Stinghen, Andréa Emilia Marques
    Abstract:

    Resumo: As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) são processos infecciosos causados por diversos microrganismos, amplamente difundidos por todo o mundo. Algumas delas estão entre as principais causas de morte em países em desenvolvimento, constituindo um sério problema de saúde pública. Existem diversas metodologias para o diagnóstico das DST, com graus de sensibilidade e especificidade variados, de acordo com cada agente etiológico a ser pesquisado. O método de Papanicolaou tem sido amplamente utilizado como um método de triagem para a detecção do câncer cervical na população feminina por todo o mundo. Neste contexto, ele pode ser um método relevante para o diagnóstico das DST. O objetivo deste estudo é verificar se o método de Papanicolaou, pode ser usado para a detecção de diferentes agentes etiológicos causadores das DST. Para tanto, examinou-se a secreção vaginal e raspado cérvico-vaginal de 223 mulheres submetidas ao exame preventivo de câncer cervical, de julho a novembro de 2001, na Unidade Comunitária de Saúde Jardim Santos Andrade, em Curitiba, pelo método de Papanicolaou e por um método padrão (em parêntesis) para o diagnóstico de Gardnerella vaginalis (coloração de Gram), Mobiluncus spp. (coloração de Gram), Candida spp. (cultura em meio de Mycosel e coloração de Gram), Trichomonas vaginalis (exame a fresco e coloração de laranja de acridina), Chlamydia trachomatis (imunofluorescência direta), e Neisseria gonorrhoeae (cultura em meios de ágar chocolate e Thayer Martin). O papilomavírus humano foi investigado somente pelo método de Papanicolaou. Comparou-se os resultados e realizou-se estudos estatísticos como os de sensibilidade e especificidade. Observou-se G. vaginalis em 17,8% das amostras analisadas, e encontrou-se uma sensibilidade de 87,2% e especificidade de 99,4%, quando se comparou o método de Papanicolaou com a coloração de Gram. Para a detecção de Mobiluncus spp., presente em 3,2% das amostras, a sensibilidade e especificidade foram de 85,7 e 99,5%, respectivamente, também, quando se comparou o método de Papanicolaou com a coloração de Gram. Quando se comparou o método de Papanicoalou com a cultura para detecção de Candida spp., a sensibilidade e especificidade encontradas foram de 23,3 e 96,8%, respectivamente. Porém, observou-se uma concordância de 86,3% quando se comparou o método de Papanicolaou com o de Gram, para este mesmo agente. A sensibilidade e especificidade encontradas para o diagnóstico de T. vaginalis foram, respectivamente, 60 e 99,5%, quando se comparou o método de Papanicolaou com o exame a fresco. Entretanto, quando se comparou sua detecção usando a coloração de laranja de acridina com o exame a fresco, a concordância foi de 99,1%. Utilizou-se a presença de inclusões eosinofilicas usualmente em células metaplásicas no exame de Papanicolaou, presente em 3,7% dos esfregaços cervicais, como critério sugestivo de infecção causada por C. trachomatis, e a sensibilidade e sensibilidade deste método foram de 37,5 e 100%, respectivamente, quando comparado ao exame de imunofluorescência direta. Não se detectou N. gonorrhoeae e papilomavírus humano (HPV), por nenhum dos métodos utilizados. Os resultados apresentados aqui sugerem que há uma alta sensibilidade do método de Papanicolaou para detecção de G. vaginalis, Mobiluncus spp. e Candida spp.. Entretanto, embora este método tenha mostrado alta especificidade no diagnóstico de T. vaginalis e C. trachomatis, estudos adicionais são necessários para uma avaliação mais precisa de sua sensibilidade

  • Método de Papanicolaou em amostras cérvico-vaginais : contribuição para a triagem de algumas doenças sexualmente transmissíveis
    2002
    Co-Authors: Stinghen, Andréa Emilia Marques
    Abstract:

    Orientadora : Maria Suely SoaresCo-orientador : Aguinaldo José do NascimentoDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da SaúdeResumo: As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) são processos infecciosos causados por diversos microrganismos, amplamente difundidos por todo o mundo. Algumas delas estão entre as principais causas de morte em países em desenvolvimento, constituindo um sério problema de saúde pública. Existem diversas metodologias para o diagnóstico das DST, com graus de sensibilidade e especificidade variados, de acordo com cada agente etiológico a ser pesquisado. O método de Papanicolaou tem sido amplamente utilizado como um método de triagem para a detecção do câncer cervical na população feminina por todo o mundo. Neste contexto, ele pode ser um método relevante para o diagnóstico das DST. O objetivo deste estudo é verificar se o método de Papanicolaou, pode ser usado para a detecção de diferentes agentes etiológicos causadores das DST. Para tanto, examinou-se a secreção vaginal e raspado cérvico-vaginal de 223 mulheres submetidas ao exame preventivo de câncer cervical, de julho a novembro de 2001, na Unidade Comunitária de Saúde Jardim Santos Andrade, em Curitiba, pelo método de Papanicolaou e por um método padrão (em parêntesis) para o diagnóstico de Gardnerella vaginalis (coloração de Gram), Mobiluncus spp. (coloração de Gram), Candida spp. (cultura em meio de Mycosel e coloração de Gram), Trichomonas vaginalis (exame a fresco e coloração de laranja de acridina), Chlamydia trachomatis (imunofluorescência direta), e Neisseria gonorrhoeae (cultura em meios de ágar chocolate e Thayer Martin). O papilomavírus humano foi investigado somente pelo método de Papanicolaou. Comparou-se os resultados e realizou-se estudos estatísticos como os de sensibilidade e especificidade. Observou-se G. vaginalis em 17,8% das amostras analisadas, e encontrou-se uma sensibilidade de 87,2% e especificidade de 99,4%, quando se comparou o método de Papanicolaou com a coloração de Gram. Para a detecção de Mobiluncus spp., presente em 3,2% das amostras, a sensibilidade e especificidade foram de 85,7 e 99,5%, respectivamente, também, quando se comparou o método de Papanicolaou com a coloração de Gram. Quando se comparou o método de Papanicoalou com a cultura para detecção de Candida spp., a sensibilidade e especificidade encontradas foram de 23,3 e 96,8%, respectivamente. Porém, observou-se uma concordância de 86,3% quando se comparou o método de Papanicolaou com o de Gram, para este mesmo agente. A sensibilidade e especificidade encontradas para o diagnóstico de T. vaginalis foram, respectivamente, 60 e 99,5%, quando se comparou o método de Papanicolaou com o exame a fresco. Entretanto, quando se comparou sua detecção usando a coloração de laranja de acridina com o exame a fresco, a concordância foi de 99,1%. Utilizou-se a presença de inclusões eosinofilicas usualmente em células metaplásicas no exame de Papanicolaou, presente em 3,7% dos esfregaços cervicais, como critério sugestivo de infecção causada por C. trachomatis, e a sensibilidade e sensibilidade deste método foram de 37,5 e 100%, respectivamente, quando comparado ao exame de imunofluorescência direta. Não se detectou N. gonorrhoeae e papilomavírus humano (HPV), por nenhum dos métodos utilizados. Os resultados apresentados aqui sugerem que há uma alta sensibilidade do método de Papanicolaou para detecção de G. vaginalis, Mobiluncus spp. e Candida spp.. Entretanto, embora este método tenha mostrado alta especificidade no diagnóstico de T. vaginalis e C. trachomatis, estudos adicionais são necessários para uma avaliação mais precisa de sua sensibilidade.Abstract: The Sexually Transmitted Diseases (STD), a group of infectious diseases caused by different microrganisms, are distributed all over the world. They constitute one of the most important causes of death in developing countries, and remain a serious problem in public health. There are many methods for the diagnosis of the STD, with variable degrees of sensibility and specificity depending on the causal agent. The Papanicolaou method has been widely used as a screening test for the detection of cervical cancer in women populations throughout world. In this context, it may become a relevant way for diagnosing STD. The purpose of this study was to verify whether the Papanicolaou method can be used for the detection of different STD-transmitted agents. To accomplish this, the vaginal discharge and the cervical smears of 223 patients submitted to the local cervical cancer prevention program from July to Nobember/2001 in the Communitary Helth Unit Jardim Santos Andrade in Curitiba, were examined both by the Papanicolaou method and by the gold standard method (in bracket) for the diagnosis of Gardenerella vaginalis (Gram stain), Mobiluncus spp. (Gram stain), Candida spp. (Gram stain and Saboureaud agar culture), Trichomonas vaginalis (freshly prepared wet mount and acridine orange method), Chlamydia trachomatis (direct immunofluorescence assay), and Neisseria gonorrhoea (Gram stain and Chocolate/Thayer Martin agar culture). Special attention was given for the diagnosis of the Human Papilomavirus (HPV) using only the Papanicolaou method. The results were then compared and statistical studies of sensitivity and specificity performed. Gardnerella vaginalis was observed in 17.8% of the samples examined and a sensitivity of 87.2% and specificity of 99.4% was found when comparing Papanicolaou and Gram stain methods. For the detection of Mobiluncus spp., present in 3.2% of the samples, the sensitivity and specificity were 85.7 and 99.5%, respectively, when the Papanicolaou was compared with Gram stain. When comparing the Papanicolaou method with the culture method for Candida spp., the sensibility and specificity found were 23.3 and 96.8%, respectively. Also, a concordance of 86.3% was observed for Papanicolaou method and Gram stain The sensibility and specificity figure out for the diagnosis of Trichomons vaginalis were, respectively, 60 and 99.5%, when the Papanicolaou and the wet mount method were analyzed. However, when comparing its detection using the acridina orange stain with the wet mount method, the concordance was 99,1%. The presence of eosinophilic inclusions in usually metaplasic epithelial cells in Papanicolaou test observed in 3.7% of the cervical smears was used as a criterion for a suggestive infection caused by Chlamydia trachomatis and the sensitivity and specificity of this method were 37.5 and 100% when compared to the direct immunofluorescence test. Neisseria gonorrhoea and human papilomavirus were not detected by any methods used. The results presented herein suggest that there is a high sensibility of the Papanicolaou method for the detection of Gardnerella vaginalis, Mobiluncus spp., and Candida spp.. However, although this method has shown high specificity for the diagnosis of Trichomonas vaginalis and Chlamydia trachomatis, additional studies should be performed to assure a better evaluation of its sensibility

Matthew D. Collins - One of the best experts on this subject based on the ideXlab platform.

  • Transfer of members of the genus Falcivibrio to the genus Mobiluncus, and emended description of the genus Mobiluncus.
    Systematic and applied microbiology, 2004
    Co-Authors: Lesley Hoyles, Matthew D. Collins, Enevold Falsen, Natalia Nikolaitchouk, Anne L. Mccartney
    Abstract:

    It has long been thought that the genera Mobiluncus and Falcivibrio contain the same organisms. Using a polyphasic approach, it was found that Mobiluncus curtisii and Mobiluncus mulieris were the same as Falcivibrio vaginalis and Falcivibrio grandis, respectively. As the genus name Mobiluncus takes precedence, it is proposed that F. vaginalis and F. grandis be transferred to the genus Mobiluncus. In agreement with previous studies, results from phenotypic tests did not support the separation of M. curtisii strains into its two subspecies, M. curtisii subsp. curtisii and M. curtisii subsp. holmesii. Phenotypic complexity within M. curtisii dictates that the species should be treated as a complex until more in-depth analyses of the species have been performed. Phylogenetic analyses, based on 16S rRNA gene sequences, demonstrated that the genus Mobiluncus was associated with Varibaculum cambriense and the two subspecies of Actinomyces neuii, and that A. neuii is only distantly related to Actinomyces sensu stricto.

  • phylogenetic analysis of the genus actinomyces based on 16s rrna gene sequences description of arcanobacterium phocae sp nov arcanobacterium bernardiae comb nov and arcanobacterium pyogenes comb nov
    International Journal of Systematic and Evolutionary Microbiology, 1997
    Co-Authors: Cristina Pascual Ramos, Geoff Foster, Matthew D. Collins
    Abstract:

    A systematic phylogenetic analysis of the genus Actinomyces was performed. The 16S rRNA gene sequences of 13 Actinomyces species, an unnamed Actinomyces strain (ATCC 49338), and an Actinomyces-like isolate from sea mammals were determined. Comparative sequence analysis with closely related taxa revealed phylogenetic diversity and internal structure within the genus Actinomyces. In addition, some members of other genera (viz., the genera Arcanobacterium, Mobiluncus, and Rothia) were shown to be phylogenetically intermixed with the Actinomyces species. It was evident from both distance and tree topology considerations that the genus Actinomyces is in urgent need of taxonomic revision and requires subdivision into several genera. Based on the results of the present study it is proposed that Actinomyces bernardiae and Actinomyces pyogenes be assigned to the genus Arcanobacterium as Arcanobacterium bernardiae comb. nov. and Arcanobacterium pyogenes comb. nov., respectively. In addition, a new species, Arcanobacterium phocae, is proposed for Actinomyces-like bacteria isolated from seals.